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“Assim como cheguei ao Presidente Nacional do meu partido, irei chegar ao Presidente do meu país”, afirma Caliana Mesquita concluindo a sua pauta com Roberto Jefferson em visita a Ilhéus sobre o tema CACAUICULTURA.

A chegada do Presidente Nacional do PTB , o ex-deputado Roberto Jefferson, em solo ilheense, atraiu os olhares curiosos dos personagens políticos da região cacaueira para a jovem jornalista e política, Caliana Mesquita. Responsável direta pela introdução do PTB na causa do cacau, visto que foi por intermédio dela que o presidente da sigla tomou conhecimento da problemática, após sua visita à Brasília, no ultimo dia 02 de setembro, e atentou seu olhar para a questão.

Recepcionado por ela no aeroporto Jorge Amado, a jovem articulou uma conversa entre o Diretório Municipal do PTB, presidido pelo Professor Reinaldo Soares, com o Presidente Estadual, Gean Prates e o Presidente Nacional, Roberto Jefferson, com o objetivo de em uma conversa de cavalheiros os conflitos políticos, originários do período eleitoral, fossem solucionados. Na oportunidade estiveram presentes a vice presidente do PTB e presidente nacional do PTB Mulher, Graciela Nienov e a presidente estadual do PTB Mulher, Adriana Neves, além de personagens políticos.

Na quinta feira, Caliana Mesquita, se fez presente no evento promovido pelo Diretório do PTB de Itabuna, liderado por Adriana Neves, onde recebeu o carinho do Presidente Nacional da sigla, que fez questão de salientar que é seguidor do seu canal RádioZap Circo Brasileiro e admira o trabalho, a inteligência e sagacidade da jornalista e política baiana. O Presidente Estadual, Gean Prates, também enalteceu a força e sabedoria da jovem política. O Professor Reinaldo Soares, foi enaltecido pelo presidente Roberto Jefferson, consolidando a saúde política do partido firmada na noite anterior.

Hoje, sexta feira, o tema mais esperado por representantes da região foi incluído na pauta da jornalista junto ao presidente Roberto Jefferson. Uma visita ao setor de pesquisa da Ceplac, mostrou para o lider petebista que a instituição precisa de força e revitalização. O diretor do cepex, Raul Vallé, apresentou o potencial cientifico e econômico da ceplac e os pesquisadores Karina Gramacho e Dr. Uilson Vanderlei concluiram a apresentação com os problemas enfrentados pela cacauicultura no que compete as doenças como moniliase.

Mas a grande pauta da Presidente do PTB Mulher de Ilhéus, Caliana Mesquita, foi com o grupo do IPC – Instituto Pensar Cacau, que sofre com o endividamento fruto do crime da vassoura de bruxa, originário de um crime biológico na década de 90. Os produtores de cacau, encontraram uma representante de peso para conduzir a temática. ” Caliana é a nossa maior representante. Ela entendeu nossa causa, e tem demonstrado força e sabedoria para conduzir a solução deste problema que já dura três décadas “, disse Dorcas, Presidente do IPC em reunião.

A petebista sabe que esta lidando com uma causa difícil, principalmente porque ela esta atraindo a ira de grupos políticos que estão tendo que engolir o protagonismo da jovem. ” Fazer política na região sul da Bahia, não é tarefa fácil. Principalmente quando se é mulher, jovem e sem ranço familiar com a política tradicional. Mas eu tenho 20 anos de vida pública, e sei que causas grandiosas requerem pessoas grandiosas.  A cacauicultura não é jogo político é causa que precisa de força e defesa seria e competente”, disse a lider do PTB Mulher de Ilhéus concluído ” Eu prometi a eles que iria trazer o Presidente Bolsonaro para ouvir a demanda do cacau. A porta inicial foi aberta pelo meu grandioso presidente Roberto Jefferson, mas reforçarei a batalha abrindo outras portas tão grandiosas quanto. Pois eu não fico na sombra dos outros, eu trabalho para atuar e resolver”, disse Caliana Mesquita.

 

 

Câmara aprova texto-base da nova legislação para o transporte de carga entre portos brasileiros

Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (7), por 324 votos a 114, o texto-base de uma nova legislação para estimular a navegação de cabotagem (transporte de cargas entre portos de um mesmo país), também conhecido como “BR do Mar”.

Para concluir a votação, os parlamentares ainda precisavam analisar destaques (sugestões para alterar o projeto), o que não tinha sido concluído até a última atualização desta reportagem. Em seguida, a matéria irá ao Senado.

Houve uma tentativa do governo de concluir a votação na madrugada desta segunda-feira, mas a sessão não teve continuidade por falta de quórum. Com isso, a análise da matéria será retomada nesta terça.

Proposto pelo governo federal, o programa BR do Mar tem como objetivo trazer mais competitividade ao setor e incentivar a migração do transporte rodoviário para o marítimo.

Em seu parecer, o relator, deputado Gurgel (PSL-RJ), afirma que a cabotagem é responsável por apenas 11% de toda carga transportada internamente. O transporte de petróleo na cabotagem representa aproximadamente 70% desse índice.

As expectativas do Ministério da Infraestrutura com a proposta são:

  • ampliar em 40% a oferta de embarcações para cabotagem;
  • aumentar em 65% o volume de contêineres transportados por ano até 2022;
  • obter crescimento estimado da cabotagem em 30% ao ano.

O projeto foi enviado pelo governo federal à Câmara em agosto com urgência constitucional. O mecanismo serve para dar prioridade aos textos de interesse do Executivo. Se não for votado em 45 dias após o seu envio, passa a travar a maior parte das votações em plenário.

Como é hoje

Atualmente, a lei que rege a navegação no país estabelece que somente empresas brasileiras podem operar na cabotagem. São dois tipos de contrato:

“Casco nu”— Somente empresas brasileiras podem afretar (contratar) navios a “casco nu”. Esse tipo de afretamento se refere à embarcação que chega ao país sem tripulação e passa a ser operada pela empresa nacional. É como se fosse o aluguel de um caminhão, em que o usuário é quem dirige o veículo e carrega a carga. Se a bandeira do navio (o país onde a embarcação está registrada) for brasileira, não há restrição para o número de afretamentos. No entanto, para contratar um navio de bandeira estrangeira a casco nu, a empresa brasileira só pode afretar na proporção de 50% das embarcações próprias. Ou seja, se possui dois navios, poderá contratar um. Isso significa que só quem tem o chamado “lastro” em embarcações próprias pode afretar a “casco nu”.

Afretamento a tempo — Nesse caso, a empresa brasileira contrata o serviço de um terceiro. É como contratar um caminhão de mudança em que o motorista e os ajudantes são da empresa contratada. Quem opera o navio é o terceiro. Nessa modalidade, a embarcação continua com o registro do país de origem. Atualmente, o afretamento a tempo só pode ser feito em três situações:

  • quando não há embarcação brasileira para o transporte, o que é analisado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq);
  • quando há interesse público;
  • em substituição de embarcações em construção.

Como fica

Uma das principais mudanças da nova legislação é a flexibilização das regras para a contratação de navios estrangeiros, desde que atendidas as condições definidas no programa.

“Casco nu”— O texto elimina, gradativamente, a necessidade de vínculo com embarcação própria para afretamento de embarcação estrangeira — a partir de um ano: possibilidade de afretar duas embarcações; a partir de dois anos: três embarcações; a partir de três anos: quatro embarcações; a partir do quarto ano, a empresa pode afretar quantas embarcações desejar, sem a necessidade de frota própria. Para essa modalidade, permanece a obrigatoriedade, hoje em vigor, de tripular o navio com, no mínimo, dois terços de oficiais nacionais. Eles, porém, trabalharão de acordo com as regras do país onde a embarcação estiver registrada.

PTB ganha protagonismo na cacauicultura baiana após a iniciativa da jornalista e política Caliana Mesquita

 

Que a cacauicultura baiana nunca obteve o reconhecimento devido, junto as autoridades políticas, isso é fato. Há mais de duas decadas, a saga do cacau se arrasta pelo Congresso e nada é feito para se  buscar respostas concretas que desenvolvam a produção, sanem a divida dos produtores vitimas da vassoura de bruxa e revitalizem a maior instituição que tem o cacau como fonte central, Ceplac.

Mas uma jovem jornalista, Ilheense, com forte engajamento político mudou este cenário. Caliana Mesquita, iniciou um trabalho em 2019 em defesa da Ceplac, após os anuncios de que a instituição perderia sua extensão e viraria um simples departamento da EMBRAPA.

Em seu veículo de comunicação, RádioZap Circo Brasileiro, a jornalista ilheense despontou com videos que retratavam do Doce ao Amargo da cacauicultura regional e protagonizou junto técnicos e extecionistas da Ceplac, produtores e apoiadores da causa, a campanha “E Se o Chocolate Acabar”, coletando assinaturas pelo país em defesa da cacauicultura e levando aos holofotes sociais e políticos o Projeto de Lei, do senado federal nº 13.710/18, que institui a Política Nacional do Cacau.

Em sequência a esta temática, Caliana Mesquita, iniciou o projeto Saga do Cacau em seu canal no you tube. Entrevistas com produtores, pesquisadores, políticos e apoiadores do cacau, deram a ela o destaque a nível nacional sobre o tema.

Em setembro deste ano, após sua candidatura a vereadora na cidade de Ilhéus pelo PTB , a jovem que passou a manter uma referência e credibilidade junto a cúpula nacional da sigla, esteve em Brasília e levou ao Presidente Nacional do PTB, Roberto Jefferson, produtores de cacau da Bahia, para apresenta-lo os problemas enfrentados pela cacauicultura baiana.

Na ocasião Roberto Jefferson, ressaltou seu interesse em ter a jovem ilheense comandando a Bahia na Câmara Federal , como Deputada Federal e reconheceu as bandeiras e o engajamento dela diante as causas defendidas pelo partido e pela política de direita. ” Eu quero que ela represente o estado da Bahia como Deputada Federal. Ela é futuro do PTB. PTB Mulher se agiganta no Brasil e ela é uma das mulheres que são as leoas do PTB, guerreira, decidida, corajosa”, acentuou Jefferson sobre Caliana Mesquita.

PTB x PT na Bahia

Sabendo do forte interesse político do petebista Roberto Jefferson,  Caliana Mesquita, aproveitou a oportunidade, acompanhada do ativista Erlon Botelho, produtor de Buerarema, e destacou que a cidade de Buerarema era a única da região que se mantinha resistente a esquerda. O mapa onde mostra a cidade pintada de verde, em referência a vitória do Presidente Bolsonaro, em 2018, cercada do mapa em vermelho, em referência a vitória de Haddad nos demais municípios baianos , consagrou o apoio incondicional do Presidente Nacional do PTB, para a causa da cacauicultura e o pedido da jovem ilheense em fazer de Buerarema um ponto de partida para a expansão política da direita, foram vistas como causas prioritárias por Roberto Jefferson. ” Eu recebi a Caliana, junto com um grupo de cacauicultores de Buerarema. Vi que há uma perseguição ideológica traduzida na perseguição econômica”, e complementou ” O PTB esta começando a fazer uma reação do sul da Bahia em diante, o PTB vai enfrentar o PT na Bahia a partir da Caliana, dos ideais dela, da dra Raissa”, disse Roberto Jefferson.

Esta semana, em anuncio da visita do Presidente Nacional do PTB, Roberto Jefferson, a região de Buerarema e a Ceplac, no pra trajetória política de Caliana Mesquita, ganha mais uma vitória, pois os passos conquistados pela jornalista e política baiana, comprovam sua visão e respaldo diante as bandeiras que defende. ” Ampliar o dialogo nacional em torno da cacauicultura, e construir por meio das minhas referências o fortalecimento do PTB, são prioridades para mim. Política é isso, é defender causas, levantar bandeiras e construir legados. Partidos políticos se agigantam quando possuem lideres que pensam grande”, disse Caliana Mesquita que avalia os movimentos políticos como positivos para o futuro da direita na Bahia.

Jerry Liws ( Jornal Extra de Notícias) Goiás 

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