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:: 14/jan/2020 . 8:41

“VAGAS TEM, O QUE FALTA É QUALIFICAÇÃO” DIZ PROFESSOR REINALDO SOARES

O Professor Reinaldo Soares, diretor do IBEC, falou hoje no O Tabuleiro- Ilhéus FM 105.9- sobre uma seleção que acontecerá amanhã (14) no instituto para eletricista  de rede de distribuição com especializações e certificados em NR 10 SEP,  NR35 e Rede de distribuição. Os interessados devem ir até o escritório do IBEC, em Ilhéus na Rua Maria Quitéria, a partir das 14 h.

Em bate papo com o comunicador Vila Nova, Reinaldo chamou atenção para as vagas no mercado no setor de eletricidade. “ A Coelba deverá trocar milhares de postes na Bahia e para isso os eletricistas tem que ter especializações na área que só são oferecidas por escolas especializadas “, pontua ele. O docente ressalta que os salários podem chegar até R$ 5.000,00.

Segundo Reinaldo, em Ilhéus, não há grande interesse da população por cursos da área e muita gente já perdeu oportunidade de emprego. “ Em Valença as turmas sempre estão fechadas, aqui em Ilhéus já deixamos de trazer cursos importantes. A População não prioriza a qualificação”, disse ele. Para ouvir na integra a entrevista com o professor Reinaldo, clique abaixo.

 

PROFISSIONAIS DESEMPREGADOS EM ILHÉUS. AS CONSEQUÊNCIAS DO CABIDE POLÍTICO!

Popó abre coração, detona PDT e Neto e desabafa: “Aqui em Salvador nunca tive homenagem”

O ex-deputado e ex-pugilista Acelino Freitas, o Popó, abriu o coração em entrevista exclusiva ao BNews e revelou pela primeira vez mágoas e decepções com a política e com os políticos. O baiano voltou aos holofotes ao lançar nesta semana a pré-candidatura a Prefeitura de Salvador pelo PROS. O anúncio foi feito por meio das redes sociais.

Consagrado por ser tetracampeão mundial em duas categorias diferentes de boxe, Popó já tem um vasto currículo político. Ele foi eleito suplente de deputado federal na eleição de 2010 pelo PRB, agora Republicanos, e assumiu a cadeira em Brasília de 2011 a 2015. Essa será mais uma tentativa dele para se lançar em um cargo majoritário. Em 2018, tentou ser lançado como candidato ao Senado pelo PDT. A sigla, no entanto, acabou não o escolhendo e apoiando as candidaturas dos hoje senadores eleitos Jaques Wagner (PT) e Angelo Coronel (PSD).

Sem o apoio do PDT, restou a Popó disputar mais uma vez o cargo de deputado federal. Obteve apenas 2.264 votos na capital baiana e não se elegeu. Sobre a passagem pela agremiação, o ex-esportista não tem papas na língua: “Estive no PDT e foi a maior decepção que tive na minha vida, naquele partido. Nunca vi tanta gente mentirosa. Tanta gente, não. Nunca vi um presidente tão mentiroso dentro de um partido, como Félix [Mendonça] Júnior. Não sei nem como ele está. Acredito que nas próximas eleições ele não consiga mais, não [se reeleger]”, vocifera.

Ainda no papo, Popó responde as críticas de internautas que o atacaram desde que se lançou como pré-candidato a prefeito. O ex-pugilista alega que teve um mandato parlamentar com baixa visibilidade e faz uma crítica ferrenha ao prefeito ACM Neto (DEM). “O Popó deputado enviou R$ 44 milhões de emendas para a Bahia, coisa que muita gente não sabe. Só para Salvador, para ACM Neto, foram quase R$ 7 milhões para esporte e lazer. Montei um projeto para Neto em 3D, as academias embaixo de viaduto, mandei verba para isso, mas infelizmente as prioridades de Neto eram outras”, afirma.

Ainda na entrevista, ele revela as estratégias de campanha e endossa o apoio do PROS ao presidente Jair Bolsonaro.

Leia a entrevista na íntegra:

BNews – Como foram essas conversas com o PROS? Ninguém sabia que você estava filiado ao partido… 

Popó – Estou entrando no Pros. Uldurico já é um amigo meu, sobretudo em função de alguns eventos beneficentes que fizemos juntos. O Felipe Manassés já conheço há algum tempo pelo trabalho que o pai dele [Manassés] vem fazendo. É a segunda vez que a gente se encontra nessa semana. Jantamos e almoçamos ontem e ele me fez o convite. A minha vida sempre foi de desafios. Quando a gente vai par ao Legislativo, como é o meu caso, a gente não tem tanta visibilidade no Executivo. E as pessoas ficam questionando e algumas até falam mal, porque não conhecem a história do Popó político.

BNews – Exato…

Popó – Não tenho ficha suja, não tive envolvimento com nada no meu mandato de deputado federal. Mas, pelo fato de ser famoso, as pessoas queriam ver o resultado do Popó. O Popó deputado enviou R$ 44 milhões de emendas para a Bahia, coisa que muita gente não sabe. Só para Salvador, para ACM Neto, foram quase R$ 7 milhões para esporte e lazer. Montei um projeto para Neto em 3D, as academias embaixo de viaduto, mandei verba para isso, mas infelizmente as prioridades de Neto eram outras. Ele pegou essa verba e, em vez de pegar essas verbas e destinar para onde tínhamos começado, destinou para outros trabalhos dele = e nunca me chamou nem para inaugurar onde mandei quase R$ 7 milhões.

Fora os projetos de lei que apresentei, as comissões que fui presidente e vice. Lutei muito em várias coisas, no âmbito esportivo… Coisas que as pessoas não sabem, porque a mídia, quando você é político, não tem tanto interesse em mostrar. A mídia tem interesse, e você sabe disso, em mostrar o lado negativo – um com R$ 52 milhões dentro do prédio e outro com R$ 500 mil no meio da rua, o lado negativo da política que é mais mostrado do que as coisas boas que os políticos fazem.

“O Popó deputado enviou R$ 44 milhões de emendas para a Bahia, coisa que muita gente não sabe”

Tenho potencial e um pouco experiência no lado social e cultural. Temos uma cultura muito grande em Salvador, que é o esporte. Salvador é a capital do boxe e não tem um Centro Olímpico, não tem nada. Você vê outros estados… Tem um busto meu de três metros em Santos, em um ginásio, mas aqui em Salvador nunca tive homenagem. E sempre divulguei nas minhas lutas em outros estados, que sou da Bahia. No auge da minha carreira fui patrocinado pelo Governo de Goiás. Nunca reclamei isso com a Bahia, com ninguém, nada disso. Sempre procurei fazer o meu trabalho e ajudar a minha família, ter meus trabalhos sociais. A Federação Baiana de Boxe não tinha espaço para fazer eventos de boxe, fazia dentro de um projeto social meu. Pagava tudo, dava luva para eles, tudo o que você puder imaginar. Deixava tudo pronto para eles fazerem o trabalho. A Prefeitura nunca ajudou.

Acho que [a pré-candidatura] é uma forma de a gente agregar, ajudar. Vamos fazer uma zoada boa. A gente sempre entra para ganhar, mas nunca se sabe. Até porque já tem político que está na base do governo, da prefeitura e tudo. E a gente não sabe contra o que vamos lutar. Vamos apresentar nossos projetos e que as pessoas possam acreditar e saber um pouco quem foi Popó na política. Vi alguns comentários na matéria que saiu do BNews e as pessoas não sabem [o que eu fiz]. Eu não julgo. As pessoas criticam o que não sabem. Nem julgo. Apresentei mais de 70 projetos de lei. Agora, o problema não é apresentar. O problema é ser votado. Apresentar a gente apresenta, com bom ânimo e bom gosto. São 513 deputados com cabeças diferentes.

BNews – Você atribui a sua não reeleição a não visibilidade que a classe política deu ao seu mandato?Você acha que foi boicotado? É isso?

Popó – Não digo que fui boicotado. Acho que o partido me aproveitou mal. Na época estava no PRB. Estive no… no… fiquei tão chateado que esqueci o nome do partido.

BNews – No PDT…

Popó – No PDT! Estive no PDT e foi a maior decepção que tive na minha vida naquele partido. Nunca vi tanta gente mentirosa. Tanta gente, não. Nunca vi um presidente tão mentiroso dentro de um partido, como Félix [Mendonça] Júnior. Não sei nem como ele está. Acredito que nas próximas eleições ele não consiga mais, não [se reeleger]. O povo cansou de político mentiroso nesse país. O cara, como presidente do partido, me prometeu um suporte do partido para que eu pudesse fazer uma campanha boa. Não tive suporte do partido. E aí diminuiu os votos, porque as pessoas querem ver resultados, querem ver o político na rua, os projetos e tudo mais. Nem isso a gente tinha. A gente vai aprendendo, infelizmente. Não queria nem mais política por isso. Mas, como se trata de [uma pré-candidatura ao] Executivo, acho que sou mais de executar do que legislar.

“Nunca vi um presidente tão mentiroso dentro de um partido, como Félix [Mendonça] Júnior. Não sei nem como ele está”.

BNews – Bruno Reis foi lançado pelo grupo de ACM Neto como pré-candidato oficial. Qual seria a sua estratégia para tentar barrá-lo? Ele tem a máquina de governo na mão…

Popó –  Rapaz, acho que Neto fez um trabalho muito bom. Ele [Bruno] deve seguir o que Neto fez. Algumas coisas não agradaram a população baiana. Acho que ele vai usar o mesmo discurso de Neto, pelo fato de ser sucessor. Trabalhar em cima de coisas boas que Neto fez e tentar consertar coisas que não foram feitas e deixou a desejar. Não tenho muito o que falar de Bruno Reis. Ele tem a máquina na mão, como você falou. Vai ser muito mais fácil para ele. Mas acho que Bruno Reis começou a conhecer a cidade agora. Eu já conheço Salvador de ponta a ponta. Se você me colocar em um carro, não preciso de GPS, vou para qualquer lugar. Conheço um pouco da dificuldade. Dormi no chão até os meus 26 anos. Quero somar, ajudar. Estou aí para somar em Salvador.

BNews – Vi também nas redes sociais que Felipe Manassés está envolvido na campanha. O pai dele também lançou uma pré-candidatura pelo PSD. Como ficou isso?

Popó – São partidos diferentes. Manassés é de outro partido e eu estou no PROS. Felipe é do PROS. Ele aí entra com a coerência partidária e profissionalismo do que o lado pai e filho. Felipe é muito inteligente. Vamos trabalhar juntos.

BNews – O PROS hoje é totalmente independente ou tem algum tipo de inclinação, seja para prefeitura ou governo? O PDT era aliado de Rui Costa…

Popó – Ainda não sabe. É independente, entendeu? Estão soltos. Foi o que Uldurico me falou. Não tem um rabo preso com ninguém, nem com governo ou prefeitura. A gente sai sem ninguém poder dar pitaco sobre o que pode ou o que não pode. Se vai ou se não vai. Nada disso.

“Bruno Reis começou a conhecer a cidade agora. Eu já conheço Salvador de ponta a ponta”

BNews – Já há algum diálogo sobre a vice da sua chapa?

Popó –   A gente está escolhendo aí uma vice, uma mulher, guerreira, que lute muito pelo social. Estamos ainda escolhendo. Ainda não temos nome definido.

BNews – Já tem alguma conversa sobre coligação?
Popó –
 Ainda não, porque [o convite] foi esses dias, né? Lançamos há dois ou três dias…

BNews – E na esfera nacional, em relação ao governo Bolsonaro, como você vai se posicionar?

Popó – Sei que o nosso partido é ligado a Bolsonaro e o presidente está fazendo um trabalho muito bom. Então, vamos caminhar juntos. Mas ainda não decidimos nada. Não fizemos ainda a convenção, que ainda vai ter. Vamos ter o lançamento da nossa candidatura. Faremos tudo no tempo certo.

BNews – Na última eleição você foi candidato ao Senado e acabou não acontecendo…

Popó –  Na verdade, era o que eu queria. Mas o Félix, como te falei, é a pessoa que é, voltou atrás por um acordo. Tinha uma secretaria no Estado.

BNews – Isso, caso a sua pré-candidatura não vire uma candidatura, existe a possibilidade de você sair como candidato a vereador?  

Popó – Não, não, não. Nenhuma. Continuo. Se a gente começou esse projeto, vou até o final. Se não for vontade do partido ir até o final… Vou manter até o final. Só não mantive até o final em eleições passadas porque o partido não honrou em nada o que prometeu para mim.

BNews – Antes de terminar, queria que você deixasse uma mensagem. O ano de 2019 foi bastante conturbado na política. O que você espera de 2020? Vai ser uma eleição conturbada também?

Popó – Não. Quero mostrar transparência. O pessoal me conhece, sabe de onde vim e quem sou. Sempre fui transparente nas minhas lutas e posições, na forma que eu ando e falo. Acho que a transparência é a essência de tudo.

Brasil inaugura nova base científica na Antártica nesta terça-feira

A nova estação brasileira na Antártica será inaugurada nesta terça-feira (14), em uma cerimônia que tem início previsto para as 17h (horário de Brasília). O complexo de mais de 4,5 mil m² será entregue quase oito anos depois do incêndio que destruiu a base anterior. Pesquisadores brasileiros estão há mais de três décadas no continente.

O vice-presidente Hamilton Mourão embarcou nesta segunda-feira (13) com destino à Antártica, onde será o principal representante do governo brasileiro na reinauguração. A base fica na Ilha do Rei George.

Projeto foi pensado para gerar pouco impacto ambiental

A Estação Antártica Comandante Ferraz recebeu um investimento de US$ 99,6 milhões (cerca de R$ 400 milhões), e vai conseguir acomodar até 64 profissionais do Programa Antártico Brasileiro (Proantar). Um dos destaques do novo prédio é que ele tem diversas iniciativas sustentáveis.

O arquiteto João Gabriel Rosa, do Estúdio 41, um dos responsáveis pelo projeto da estação, contou que o prédio foi pensado desde a construção para ter o mínimo de impacto ambiental possível.

“A questão da sustentabilidade está muito ligada com a responsabilidade de não intervir naquele espaço. Pensamos em diminuir o impacto da construção e da logística”, explicou ele.

Toda a estrutura usada na construção é desmontável e reciclável. Além disso, Rosa explica que todos os módulos foram feitos em contêineres fáceis de serem transportados por qualquer navio. Além disso, os acabamentos e parte da montagem da estrutura foram feitos fora da Antártica, o que diminuiu o impacto por transporte, otimizando a logística.

A questão energética também foi pensada no projeto para ser menos dependente de energias não renováveis.

Por isso, foram instalados painéis fotovoltaicos e geradores eólicos que produzem cerca de 30% da energia consumida na estação.

“Nos edifícios há eficiência energética para garantir o conforto de quem estiver lá. As paredes possuem um painel de 22 centímetros que exige menos energia para manter o local aquecido”, explica Rosa.

O projeto arquitetônico também pensou a captação da água, o tratamento de esgoto e a questão do lixo produzido pela estação.

O arquiteto João Rosa diz que a captação da água é feita em duas lagoas próximas à estação. Tanto o tratamento da água de consumo quanto o do esgoto foram planejados para gerar o menor impacto ambiental possível.

Construção mais segura

Construído em um local inóspito, o continente antártico, o complexo consegue suportar temperaturas negativas, nevascas e ventos de até 200 km por hora. A estrutura ainda tem sistemas de detecção, alarme e combate a incêndios.

Os preparativos para reconstruir a estação tiveram início ainda em 2012, com a retirada dos escombros da antiga base. Depois disso, a Marinha lançou um edital para a obra do novo complexo, que não recebeu nenhuma proposta até 2014.

Uma nova licitação foi aberta em 2015, e a empresa chinesa Ceiec foi escolhida para realizar as obras.

Como só é possível trabalhar na Ilha Rei George durante o verão antártico, que vai de outubro a março, a empresa executou a obra em diferentes etapas. Parte da estação foi preparada na China, em módulos que só foram levados e montados após o fim do inverno.

Dividida em 3 módulos

O prédio principal da nova estação brasileira é dividido em três grandes blocos, o Leste, o Oeste e o Técnico. Neles, se encontram a maior parte dos laboratórios, os dormitórios e os serviços básicos da estação, divididos desta forma:

Bloco Leste: é o bloco das pesquisas, de convivência e serviços. É onde se concentram os laboratórios. Dos 17 no total, 14 estão lá. Os outros 3 ficam em módulos separados. Além disso, é onde ficam os refeitórios, a cozinha, a ala de saúde, a sala de secagem e as oficinas.

Bloco Oeste: é uma área privada da base, onde moram os pesquisadores, além de concentrar as áreas de convívio. Há 32 quartos, uma biblioteca, uma academia e auditório. Nas partes mais baixas deste bloco estão os depósitos de mantimento e reservatórios de água.

Bloco Técnico: é onde fica o controle da rede elétrica, sanitária e de automação da estação. Também é onde está a garagem. Além disso, há uma estação de tratamento de água e esgoto, casa de máquinas, geradores, e sistemas de aquecimento, bem como um incinerador de lixo.

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