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A OBRA DE FECHAMENTO DO CANAL DO MALHADO PRECISA ACONTECER

Ilhéus vive no duelo de interesses. Uma hora é industrial outra turística, uma hora turística outra é ponte de criticas pelo mais simples requisito que uma cidade precisa para recepcionar um visitante. Higiene.

A Central de Abastecimento do Malhado, bairro popular de Ilhéus, é um grande vilão deste requisito.  A feira da cidade conta com um canal a céu aberto, por onde passa esgoto e é foco de doenças, pois bem ao lado dele estão localizados boxes de carne, frutas, legumes tornando o alimento vendido na central vulnerável a bactérias.

“É  estranho uma cidade tão linda como Ilhéus, ter um canal como este em frente a uma feira. Eu amei Ilhéus, mas esta imagem aqui foi a que me marcou, pois não dá pra aceitar que seja permitido pela população e pelos comerciantes que o poder público ainda não tenha tomado providencia com relação a isso”, disse a turista paulista, Ama Rita Gusmão, em conversa com o RádioZap Circo Brasileiro, na visita que fez a central de abastecimento, na manhã desta quarta feira.

No ultimo dia 9 de agosto,  equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Defesa Civil (Seinfra) acompanharam os trabalhos iniciais da primeira etapa do fechamento do canal do bairro Malhado, na altura do Supermercado Rondelli à loja Serafértil.

Entre os principais serviços que prometeram ser feitos estão o levantamento topográfico da área do canal, considerando curvas, níveis e interferências. Depois de cindo dias, teria sido realizado início da sondagem do projeto estrutural. Segundo os engenheiros, cumpridas estas etapas, iniciaria o processo orçamentário para em seguida licitar a obra. Mas para o comerciante Julio Do Carmo, morador do Malhado: “É preciso fiscalizar, para que esta obra, se é que vai chegar mesmo, que seja concluída e não vire um elefante branco até o ano que vem, por causa das eleições”, concluiu o cidadão.

 

ILHÉUS NA CATEGORIA A DO TURISMO NACIONAL


No ultimo dia 23 de agosto, o Ministério do Turismo, por meio do Programa de Regionalização do Turismo, divulgou na portaria de numero 271, no Diário Oficial da União, o novo mapa que classificou a cidade de Ilhéus como integrante do Mapa do Turismo brasileiro 2019/2021.

Todo o trade turístico e as Secretarias de Turismo do Estado da Bahia e do Município têm motivos para comemorar. A Diretoria Executiva da Associação de Turismo de Ilhéus – ATIL classificou como uma vitória diante do trabalho executado por quem realmente se preocupa com o turismo. O Presidente da ATIL, Áttila Eiras, afirmou que Ilhéus além de estar atualizada no Mapa do turismo nacional, passou para a Categoria A.

Vale ressaltar que são poucos os municípios na Categoria A, daí a importância de Ilhéus estar inserida neste seleto grupo. “Alguns recursos do Ministério do Turismo só podem ser acessados pelos municípios que são classificados como categoria A. Estamos na elite!”, finalizou Áttila.

A categoria A, representa os municípios com maior fluxo turístico e maior número de empregos e estabelecimentos no setor de hospedagem, tem 51 municípios, incluindo as 27 capitais brasileiras. Este agrupamento concentra destinos turísticos tradicionais de nove estados brasileiros como Porto Seguro (BA), Ipojuca (Porto de Galinhas/PE), Armação de Búzios (RJ), Campos do Jordão (SP), Guarapari (ES), Balneário Camboriú (SC), Foz do Iguaçu (PR), Gramado (RS) e Caldas Novas (GO). O grupo responde por 47% da estimativa de fluxo turístico doméstico do Brasil e 82% do internacional. 

 

Novo Mapa do Turismo Brasileiro compreende mais regiões turísticas do país

O Ministério do Turismo divulgou nesta segunda-feira (26), no Diário Oficial da União (DOU), o novo Mapa do Turismo Brasileiro 2019-2021. Ao todo, 2.694 cidades de 333 regiões turísticas do país foram validadas pela Pasta e incluídas na atualização da plataforma. Neste ano, os estados e municípios contaram com novos critérios, compromissos e recomendações estabelecidas pelo Ministério do Turismo, entre elas a obrigação de participação em instância de governança e em Conselho Municipal de Turismo (COMTUR).

Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a integração destes locais no novo Mapa do Turismo é fundamental para que a Pasta possa direcionar ações que desenvolvam o setor em cada região. “Estamos num momento de virada para o turismo brasileiro e contamos com este novo mapa para termos uma radiografia atualizada do potencial turístico do Brasil para investir de forma adequada na melhoria de infraestrutura, realização de campanhas publicitárias, entre outras ações”, finalizou.

Além da necessidade de o município ter um órgão de turismo em atividade e conselho municipal funcionando, o novo mapa adotou outros critérios obrigatórios para a participação na plataforma: orçamento próprio destinado ao turismo e possuir prestadores de serviços turísticos de cadastro obrigatório registrados no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), do Ministério do Turismo.

O secretário Nacional de Estruturação do Turismo, Robson Napier, destacou que os novos critérios darão ao Ministério a oportunidade de trabalhar com foco na qualidade dos destinos e na melhoria dos serviços prestados aos turistas. “Em parceria com os estados e com o novo Mapa, vamos conseguir atuar com ações pontuais nestes municípios, para elevar o turismo brasileiro ao real patamar que lhe cabe, dando qualidade e boas experiências aos nossos visitantes”, complementou.

Entre os benefícios do Mapa do Turismo estão a categorização dos municípios turísticos, que vai de “A” a “E”. Essa classificação é um instrumento de acompanhamento do desempenho das economias turísticas locais. Além disso, ele subsidia a priorização de investimentos por programas do Ministério do Turismo, incluindo ações de infraestrutura turística, qualificação profissional e promoção dos destinos, observando características peculiares de demanda e vocação turística.

O novo Mapa do Turismo está disponível para consulta no site www.mapa.turismo.gov.br e conta ainda com a emissão de certificado digital para os municípios que o compõem. A certificação é uma maneira de comprovar que o município está inserido no Mapa e faz parte do rol de 2.694 destinos brasileiros que trabalham o turismo como política de desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda.

MINISTRO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA FALA QUE SEM ORÇAMENTO NÃO TEM COMO PAGAR AS BOLSAS DO CNPq

O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, corre contra o tempo para conseguir recursos junto ao Ministério da Economia e da Casa Civil para pagar bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Pontes afirmou, em entrevista ao programa “Em Foco”, da jornalista Andréia Sadi,  que o ministério só tem recursos para pagar bolsas até o fim do mês de agosto.

“A gente tem o recurso agora até o final desse mês, que a gente vai fazer pagamento, em 1º de setembro, e a gente vai ter que achar para outro mês”, afirmou o ministro.

Perguntado se as bolsas podem acabar, o ministro disse que se não houver orçamento, não terá como pagar. “Se não tiver orçamento, eu não tenho como pagar. São 84 mil bolsas. Isso é difícil, se for pensar, tem várias implicações”, afirmou.

Na entrevista, o ministro Pontes fala, ainda, sobre os desafios do Ministério da Ciência e Tecnologia, a relação com o presidente Jair Bolsonaro, polêmicas no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e outros temas.

Sobre as bolsas do CNPq, o ministro destacou que “pesquisadores importantes para o país” recebem as bolsas e que algumas pesquisas não podem parar e recomeçar depois sob risco de ficarem prejudicadas. Marcos Pontes lembrou que “muitos desses pesquisadores dependem dessas bolsas para sobreviver” uma vez que recebem o auxílio para que trabalhem em tempo integral para o projeto.

Economista prevê dificuldade para governo em privatizações e defende ‘liquidar’ estatais

O modelo de privatizações anunciado pelo governo federal neste mês suscitou críticas da economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif, em palestra realizada na última segunda-feira (26) em Salvador. Para a economista, empresas colocadas na lista, a exemplo dos Correios, deveriam ter seus destinos revistos, uma vez que, na visão de Latif, algumas delas não terão investidores interessados.

“Outras empresas, como a Petrobras, por exemplo, que foi especulada, acho para lá de improvável. Aí tem a discussão de Infraero, Correios e outras empresas. Semana passada o Paulo Guedes soltou aquela lista. Tem coisa ali que era para liquidar. Ninguém vai ter interesse em privatizar”, opinou.

Na concepção da economista, o caso dos Correios é emblemático. Para ela, privatizar a estatal exigirá “engenharia financeira” da gestão federal, sobretudo para “separar a parte boa da ruim”. “Vai ter que ter muita engenharia financeira para separar a parte boa. E o diabo de separar a parte boa é que a parte ruim vai ter que ser subsidiada para o governo. E o governo não tem dinheiro. Olha que ironia: uma das dificuldades para privatizar o Correios é falta de dinheiro”, pontuou. “Porque se você ficar só com a parte podre, que você vai ter que socorrer, e a parte lucrativa foi embora, como você paga se não tem caixa? Como faz? Então, essa agenda eu acho mais complexa. No caso do Correios, pois é, nossa Constituição diz que esse é um serviço da União. Teria que fazer uma PEC para privatizar o Correios. É mais complicado”, acrescentou.

 

AMBIENTALISTAS VOLTAM A SE MOBILIZAR CONTRA O PROJETO PORTO SUL EM ILHÉUS

 

O duelo entre preservação ambiental e desenvolvimento econômico, voltou a instigar polêmicas no posicionamento dos cidadãos ilheenses com relação ao Porto Sul. O empreendimento, que ficou adormecido por alguns anos, após uma batalha árdua entre empresa, governo, sociedade e ambientalistas, agora tem previsão certa de iniciar suas atividades de construção. ” Será ainda este ano, informou o governador Rui Costa, ao assinar em maio, junto com a mineradora BAMIN,  o termo de unificação dos terminais do Porto Sul e a constituição da Sociedade de Propósito Específico (SPE), para a construção do empreendimento que será instalado em Ilhéus, no sul da Bahia. Mas o anuncio feito pelo governo da Bahia e pela mineradora BAMIN, não agradou os ambientalistas que são contrários ao empreendimento.

 

Para o ativista Breno Pessoa, membro da REABA – Rede de Educação Ambiental da Bahia, o Porto Sul não é um projeto sustentável para uma região como Ilhéus; “Em nossa visão o Porto Sul vai em sentido contrário as principais vocações regionais. Especialmente o turismo,  cacau e chocolate. Dentre outras atividades. Fora a degradação socioambiental”, informou Breno, comunicando que logo mais as 13 horas, haverá em Ilhéus a passeata ” O Sul da Bahia Viva”, saindo do Forúm, na  Av. Osvaldo Cruz, Cidade Nova, com o propósito de “sensibilizar as pessoas sobre o mau que o Porto Sul representa, visando impedir que ele aconteça”. Breno ressalta ainda que é preciso contar com a atenção e a fiscalização da população, pois empreendimentos desta natureza provocam impactos devastadores, “ É preciso acompanhar o processo pois não confio em nenhuma estância privada ou governamental na gestão de projetos de altíssimo impacto”, desabafou relembrando as tragedias nas cidades de Mariana e Brumadinho, as quais foram provocadas por mineradoras.

De fato a fiscalização precisa ser o ponto de partida para se alcançar o equilíbrio social, economizo e ambiental seja em um Complexo Intermodal da magnitude do Porto Sul ou de uma simples obra pública, cujas leis ambientais são dribladas em detrimento dos interesses econômicos.

por Caliana Mesquita

 
 

APÓS UMA DÉCADA DE EXPECTATIVAS, GOVERNO DA BAHIA E BAMIN INICIARÃO OBRAS PARA CONSTRUÇÃO DO PORTO SUL

O Governo do Estado da Bahia e a mineradora BAMIN, por meio de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) anunciaram que ainda este ano o Porto Sul, localizado no distrito de Aritaguá, situado no litoral norte em Ilhéus,  terá suas obras iniciadas, movimentando os ilheenses, que há uma década esperam o empreendimento e com ele toda perspectiva na geração emprego, renda e desenvolvimento, que foi anunciado, no período em que se batalhou pelas licenças ambientais necessárias para que o projeto saísse no papel e se tornasse legalmente viável para ser implantado na região..

Inicialmente cogitado para ser construído na região da Ponta da Tulha, localizada há 20 km do perímetro urbano de Ilhéus, o empreendimento Porto Sul contou com obstáculos ambientais que provocaram a mobilização de ativistas alegando inviabilidade do empreendimento, devido a área cogitada esta compreendida entre a uma Área de Proteção Ambiental, a  APA Lagoa Encantada e Rio Almada, e o Parque Estadual Serra do Condurú, áreas de grande importância ambiental para o ecossistema, o que levou o governo baiano e a mineradora a alterarem a escolha da localização do projeto para o distrito de Aritaguá, localizado há 15km do centro urbano de Ilhéus, área com menos impacto ambiental e maior garantia de êxito frente ao IBAMA, órgão que concedeu as licenças Prévia (LP e de Implantação (LI), além da Autorização de Supressão de Vegetação, documentos exigidos para que o projeto de fato saísse do papel.

Segundo informado pelo Governo do Estado da Bahia ao RádioZap CBN, atualmente, estão sendo realizados os atos preparatórios para a construção do equipamento, a exemplo de desapropriações, capacitações de mão de obra local, além da implantação dos programas ambientais a serem executados, com resgate de fauna e flora. Em 26 de junho de 2019, o Governo do Estado iniciou o processo de desapropriações para a implantação do equipamento que pretende ser efetivado ainda em 2019.

O Porto Sul, receberá as cargas transportadas pela Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) que seguirão para os mercados internacionais. O equipamento será construído e operado pela BAMIN em parceria com o Governo da Bahia.

O Estado da Bahia e BAMIN são sócios, com responsabilidade e papéis diferentes, no entanto ambos têm participação ativa nas decisões que envolvem o empreendimento.

           Com investimentos previstos de R$ 4 bilhões, o Porto Sul terá capacidade de movimentar mais de 40 milhões de toneladas ano e terá uma infraestrutura moderna e altamente avançada para garantir a eficiência. O equipamento poderá receber grandes embarcações de até 220 metros de comprimento e calado com carga total de 18,3 metros, e será operado por uma empresa constituída tanto pelo governo baiano quanto pela BAMIN.

MINA PEDRA DE FERRO

A construção do Porto Sul ainda assegura a exportação do minério de ferro da BAMIN, oriundo da mina Pedra de Ferro, localizada no município de Caetité.

O projeto Pedra de Ferro, desenvolvido pela mineradora, é um projeto greenfield integrado que inclui mina, ferrovia e porto, combinados a alta qualidade e tecnologia. Com investimentos de aproximadamente R$ 10 bilhões, a companhia vai produzir 18 milhões de toneladas de minério de ferro por ano e redesenhar o mapa de mineração, elevando a Bahia ao posto de terceiro maior produtor de minério de ferro do país. Segundo informado pela mineradora ao RádioZap CBN a previsão de implantação da Mina Pedra de Ferro é para o segundo semestre de 2020 e das operações em 2024.

Os empreendimentos da BAMIN (Mina e Porto) vão gerar mais de 10 mil empregos diretos e 60 mil indiretos na implantação e 1.500 empregos diretos e 9 mil indiretos na operação. No total, são cerca de 12 mil empregos diretos e 70 mil indiretos gerados na Bahia. Comprometida com o desenvolvimento regional, a empresa tem como meta a contratação de pelo menos 60% da mão de obra local.

FERROVIA DE INTEGRAÇÃO OESTE-LESTE (FIOL)

A expansão da capacidade também garante importação e exportação de toda demanda que será transportada pela Ferrovia de Integração Oeste Leste (FIOL), que, segundo o Governo Federal, deve ser licitada no primeiro semestre de 2020, no trecho Ilhéus-Caetité.

Entendendo a necessidade dos dois empreendimentos andarem juntos, devido a sua dependência logística, O Governo da Bahia vem trabalhando no sentido de mobilizar e encontrar soluções para a retomada das obras da Ferrovia que é de responsabilidade da União.

Com a inscrição da FIOL no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), em setembro de 2016, o Governo Federal acordou com o Governo da Bahia que fosse contratado, pelo executivo estadual, a elaboração de um Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica – EVTE da Fiol. O Estudo foi contratado através de uma licitação pública e entregue à União no final de 2017. A pedido do Governo Federal, o EVTE abrangeu todo traçado da Fiol e atualizou os estudos da FICO (Ferrovia de Integração Centro-Oeste) até a cidade de Água Boa, no Mato Grosso. Na edição do Diário Oficial da União (DOU) de 07 de agosto de 2018, foi publicada a aprovação do EVTE.

O Governo da Bahia lembrou ao RádioZap CBN que em missão à China em setembro de 2017, foi assinado um Memorando de Entendimento (MOU) com um consórcio chinês, a BAMIN e o Governo do Estado para o financiamento do projeto integrado da Fiol, do Porto Sul, e da mina de Pedra de Ferro. No documento, as partes declararam que desejam cooperar para o desenvolvimento totalmente integrado dos três projetos. A assinatura garante o interesse do consórcio em participar da licitação de concessão da Fiol.

O consórcio chinês é formado pelas empresas Crec – China Railway Group Limited, Dalian – Dalian Huarui Heavy Industry Group Co. Ltd. e CCCC – China Communications Construction Company Ltd.

 por Caliana Mesquita

 

Governo anuncia privatização dos Correios nesta quarta

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos está na lista das 17 estatais que serão privatizadas ainda este ano. O anúncio será feito nesta quarta-feira (21), segundo informou o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta terça-feira (20). A privatização de estatais precisa de aval do Congresso.

Nas justificativas que constam de estudo para privatizar os Correios, o Ministério da Economia aponta corrupção, interferências políticas na gestão da empresa, ineficiência, greves constantes e perda de mercado para empresas privadas na entrega de mercadorias vendidas pela internet, o e-commerce.

Como exemplos de ineficiência, o estudo aponta o “elevado índice de extravio”, e morosidade no ressarcimento dos produtos extraviados.

Nos estudos para a venda da estatal, o Ministério da Economia aponta o rombo de R$ 11 bilhões no fundo de pensão dos funcionários, o Postalis. Além disso, o Postal Saúde, o plano que atende aos funcionários, tem um rombo de R$ 3,9 bilhões.

O estudo diz que os Correios são uma “vaca indo para o brejo”, envolvendo risco fiscal de R$ 21 bilhões” (veja no vídeo abaixo).

Em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o governo federal não pode vender estatais sem aval do Congresso e sem licitação quando a transação implicar perda de controle acionário.

Privatizações e PPI

Na manhã desta quarta, questionado sobre privatizações, o presidente Jair Bolsonaro disse que as empresas vão entrar primeiro no Programa de Parceria de Investimentos (PPI), para depois começar o processo de privatização. Bolsonaro falou com jornalistas na portaria do Palácio da Alvorada antes de seguir para os compromissos do dia.

“Ah, não é vão ser privatizadas, vão entrar no PPI para começar o processo de privatização”, afirmou Bolsonaro.

Ainda de acordo com o presidente, o processo dos Correios se encerra ainda neste ano, mas ele lembrou que é um processo demorado, justamente porque precisa de aval do Congresso.

“A privatização dos Correios passa também [ainda em 2019], segundo decisão do Supremo, pela Câmara, pelo Congresso Nacional. Então, é um processo longo, não é rápido, bastante longo”, declarou o presidente.

Bolsonaro recebe ministros do TCU e planeja aproximação com outros tribunais

Numa tentativa de aproximação com as instituições, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) ofereceu um jantar no Palácio da Alvorada para os ministros do TCU (Tribunal de Contas da União) na noite desta terça-feira (20).

A intenção, segundo auxiliares presidenciais, é fazer rodadas de jantares com integrantes de outros Poderes e tribunais para “desmistificar” Bolsonaro, visto como indiferente às instituições. De acordo com relatos feitos por participantes à reportagem, Bolsonaro mostrou-se descontraído e fez um breve discurso defendendo um engajamento de todas as instituições para o desenvolvimento do país.

Ele reconheceu dificuldades de seu governo e se disse disposto a resolvê-las. Como exemplos, citou a transferência do Coaf do Ministério da Economia para o Banco Central e a reestruturação da Receita, ainda em estudo pela equipe econômica. Os dois órgãos enfrentam tensões com o governo e passam por modificações em sua composição e funcionamento.

Estavam presentes oito dos nove ministros titulares do TCU, à exceção de Vital do Rêgo. Também compareceram os quatro substitutos e a procuradora-geral do Ministério Público que atua junto ao órgão, Cristina Machado. Por parte do Poder Executivo, Bolsonaro convidou os quatro ministros do Palácio do Planalto: Jorge Oliveira (Secretaria-Geral), Augusto Heleno (GSI), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil). Além deles, participaram do jantar os ministros Wagner Rosário (CGU), André Luiz Mendonça (AGU) e Tarcísio Freitas (Infraestrutura).

Bolsonaro sentou-se entre o presidente do tribunal, José Múcio Monteiro, e a vice-presidente, Ana Arraes. Apenas os dois presidentes fizeram uma breve fala ao início do jantar, no qual foram servidos salada, peixe, filé, risoto e vinho.  À reportagem, os participantes relataram um ambiente de descontração e combinaram de encerrar o encontro antes do início do jogo do Palmeiras, time do presidente.

Auxiliares de Bolsonaro disseram que ele resolveu inaugurar os jantares no Alvorada com o TCU por sentir-se mais à vontade, já que conviveu com vários de seus integrantes quando era deputado federal. O TCU tem dois terços de seu quadro de indicações do Congresso. Entre os ministros são ex-parlamentares José Múcio, Ana Arraes, Vital do Rêgo e Augusto Nardes. Bruno Dantas e Raimundo Carreiro integravam o quadro técnico do Legislativo.

Desde que tomou posse, em janeiro, o presidente vinha mantendo certo distanciamento dos outros Poderes e não costumava realizar jantares na residência oficial da Presidência, como é de praxe pelos chefes do Executivo. As agendas presidenciais de convívio fora do Planalto ficaram mais restritas nos primeiros oito meses de gestão a militares e evangélicos.

Um dos que aconselharam Bolsonaro a ampliar seu círculo de relações foi o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), além do presidente do STF, Dias Toffoli. Passam pelo TCU casos de grande importância para o governo como a avaliação de projetos de infraestrutura, além de ser o órgão responsável por julgar as contas do governo.

Durante a tarde, Bolsonaro recebeu o relator das contas no Planalto, o ministro Bruno Dantas. Os dois trataram do pagamento de bônus por eficiência aos auditores da Receita. O caso, também relatado por Dantas, volta nesta quarta-feira (21) à pauta do tribunal e ocorre em meio a dificuldades fiscais do governo.

A falta de recursos levou Bolsonaro a dizer na semana passada que os ministros estão “apavorados” e que o governo está fazendo milagre para encerrar o ano.

YOU TUBE BOM DIA INTELIGENTES SOCIAIS!!!! VOLTA EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA

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