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DIA 25 DE NOVEMBRO: DIA DA BAIANA DE ACARAJÉ. SAIBA PORQUE ESTA PROFISSÃO É UM PATRIMÔNIO IMATERIAL DA CULTURA BRASILEIRA

 

Este bem cultural de natureza imaterial, inscrito no Livro dos Saberes em 2005, é uma prática tradicional de produção e venda, em tabuleiro, das chamadas comidas de baiana, feitas com azeite de dendê e ligadas ao culto dos orixás, amplamente disseminadas na cidade de Salvador, Bahia. Dentre as comidas de baiana destaca-se o acarajé, bolinho de feijão fradinho preparado de maneira artesanal, na qual o feijão é moído em um pilão de pedra (pedra de acarajé), temperado e posteriormente frito no azeite de dendê fervente. Sua receita tem origens no Golfo do Benim, na África Ocidental, tendo sido trazida para o Brasil com a vinda de escravos dessa região.

O processo de instrução de ambos os bens culturais foi conduzido pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), no âmbito do Projeto Celebrações e Saberes da Cultura Popular, proporcionado pelo PNPI. Este foi um projeto piloto desenvolvido pelo CNFCP para experimentar os instrumentos então criados para a salvaguarda do patrimônio imaterial; a saber: INRC e registro. No âmbito deste projeto foram desenvolvidos 14 inventários, conduzidos três registros. Tanto a instrução para o registro do ofício de baiana de acarajé como o dos saberes associados à viola de cocho foram integrados com projetos do CNFCP de apoio à produção de artesanato tradicional.

A atividade de produção e comércio é predominantemente feminina, e encontra-se nos espaços públicos de Salvador, principalmente praças, ruas, feiras da cidade e orla marítima, como também nas festas de largo e outras celebrações que marcam a cultura da cidade. A indumentária das baianas, característica dos ritos do candomblé, constitui também um forte elemento de identificação desse ofício, sendo composta por turbantes, panos e colares de conta que simbolizam a intenção religiosa das baianas.

Os aspectos referentes ao Ofício das Baianas de Acarajé e sua ritualização compreendem: o modo de fazer as comidas de baianas, com distinções referentes à oferta religiosa ou à venda informal em logradouros soteropolitanos; os elementos associados à venda como a indumentária própria da baiana, a preparação do tabuleiro e dos locais onde se instalam; os significados atribuídos pelas baianas ao seu ofício e os sentidos atribuídos pela sociedade local e nacional a esse elemento simbólico constituinte da identidade baiana.

http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/58 

CONHEÇA DADOS E FATOS SOBRE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER. UM CRIME QUE A SOCIEDADE PRECISA COMBATER.

A violência contra a mulher é todo ato lesivo que resulte em dano físico, psicológico, sexual, patrimonial, que tenha por motivação principal o gênero, ou seja, é praticado contra mulheres expressamente pelo fato de serem mulheres.

A violência contra a mulher pode ser praticada no âmbito da vida privada em ações individuais, exemplos disso são:

  • o assédio
  • a violência doméstica
  • o estupro
  • feminicídio
  • a violência obstétrica

No entanto, a violência contra a mulher também pode ser praticada como ação coletiva, é o caso, por exemplo, de políticas estatais de mutilação genital feminina ainda hoje praticada em alguns lugares. A ação coletiva de violência também pode ser praticada por organizações criminosas, como a rede de tráfico de mulheres para prostituição forçada.

Leia também: O que é feminismo?

História da violência contra a mulher

A violência de gênero, não só enquanto ato físico, mas simbólico de desvalorização e subjugação social da mulher, é um fenômeno tão antigo quanto a própria humanidade. Embora se ouça falar de sociedades (lendárias ou não) que eram lideradas por mulheres, a ampla maioria das civilizações foi caracterizada por modelos de poder e liderança masculinos.

Na literatura feminista e mesmo na literatura das ciências sociais, esse fenômeno é definido nas inúmeras abordagens do conceito de patriarcado. Carole Patman (1988), por exemplo, apontou que o patriarcado é um sistema de poder parecido com o escravismo.

Isso porque no modelo social patriarcal não existe uma regulação pública sobre a esfera de vida privada, por isso, os desequilíbrios de poder no ambiente doméstico não são passíveis de normatização ou fiscalização pela esfera política. Isso permite que esse modelo seja inteiramente sujeito à vontade e ao arbítrio de quem possui o poderio econômico da esfera familiar, o senhor.

Exemplos de práticas do modelo patriarcal são a obrigatoriedade da mulher manter relações sexuais com seu marido a despeito da sua própria vontade, a “legítima defesa da honra masculina”, que por muito tempo foi legal e socialmente aceita.

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No Brasil o patriarcalismo desenvolveu-se a partir da colonização. As grandes extensões de terra administradas por um chefe de família a quem se subordinavam todos, escravos e livres, que estivessem nos limites territoriais do seu domínio. O patriarca, grande proprietário de terras, chefiava uma família estendida, composta desde parentes consanguíneos até apadrinhados, e cada clã funcionava de forma autossuficiente e independente dos outros.

Nesse contexto, como aponta Nísia Floresta, as mulheres eram privadas do acesso à educação e à cidadania política. Além disso eram extremamente reprimidas em sua sexualidade, consideradas irracionais e incapazes, controladas em tudo.

A educadora, intelectual e ativista Nísia Floresta (1810-1885) foi pioneira na defesa do acesso de mulheres brasileiras à educação formal.
A educadora, intelectual e ativista Nísia Floresta (1810-1885) foi pioneira na defesa do acesso de mulheres brasileiras à educação formal.

O processo de urbanização transformou e ressignificou a dominação doméstica:

  • até 1827, mulheres não podiam frequentar escolas básicas;
  • até 1879, mulheres não podiam ingressar no Ensino Superior;
  • até 1932, mulheres não podiam votar;
  • até 1962, mulheres casadas precisavam de autorização do marido para viajar, abrir conta bancária, ter estabelecimento comercial, trabalhar e receber herança;
  • até 1983, mulheres eram impedidas de praticar esportes considerados masculinos, como o futebol.

A ampliação mais abrangente de direitos das mulheres no Brasil ocorreu somente com a Constituição de 1988.

A questão da violência doméstica passou a ser considerada de maneira mais consistente na esfera pública brasileira por meio da criação de conselhos, secretarias de governo, centros de defesa e políticas públicas específicas, já na década de 1980. A primeira Delegacia de Atendimento Especializado à Mulher (DEAM) foi criada em 1985, em São Paulo, e a principal lei para prevenção e punição da violência doméstica é ainda mais recente, a Lei Maria da Penha, sancionada em 2006.

Veja também: O que é sororidade?

Principais causas da violência contra a mulher

A violência contra a mulher tem como origem a construção desigual do lugar das mulheres e dos homens nas mais diversas sociedades. Portanto, a desigualdade de gênero é a base de onde todas as formas de violência e privação contra mulheres estruturam-se, legitimam-se e perpetuam-se.

A desigualdade de gênero é uma relação de assimetria de poder em que os papéis sociais, o repertório de comportamentos, a liberdade sexual, as possibilidades de escolha de vida, as posições de liderança, a gama de escolhas profissionais são restringidas para o gênero feminino em comparação ao masculino.

As causas, portanto, são estruturais, históricas, político-institucionais e culturais. O papel da mulher foi por muito tempo limitado ao ambiente doméstico, que, por sua vez, era uma propriedade de domínio particular que não estava sujeita à mesma legislação dos ambientes públicos.

Sendo assim, a própria mulher era enxergada como uma propriedade particular, sem direito à vontade própria e sem direito à cidadania forjada nos espaços públicos, não à toa o sufrágio feminino e os direitos civis para mulheres são conquistas recentes em muitos países e ainda não completamente efetivadas em nenhum lugar do mundo.

As situações individuais e cotidianas, como sofrer assédio de rua, ter o comportamento vigiado e controlado, não poder usar certas roupas, ser alvo de ciúme, reprimir a própria sexualidade, são sintomas, e não causas, de violações mais dramáticas, como o estupro e o feminicídio.

A violência doméstica não é exclusivamente fruto de um infortúnio pessoal, de uma má escolha, de azar. Ela tem bases socioculturais mais profundas, inclusive as mulheres que rompem a barreira do silêncio e decidem denunciar ou buscar por justiça sentem com muito mais força a reação da estrutura de desigualdade de gênero no desencorajamento, na suspeita lançada sobre a vítima ao invés do agressor.

A causa estruturante, que é a desigualdade de gênero, é agravada por outros fatores que também potencializam a vulnerabilidade à violência, tais como a pobreza, a xenofobia e o racismo. Embora a violência de gênero atinja todas as mulheres, ela se combina com outros fatores e é sentida de maneira mais dura por mulheres pobres, refugiadas e negras.

Tipos de violência contra a mulher

De acordo com a tipificação da Lei Maria da Penha, Lei nº 11.340/2006, são cinco modalidades de violência contra a mulher:

  • Violência física: qualquer ação que ofenda a integridade ou saúde corporal.
  • Violência psicológica: qualquer ação que cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação, como:

– constrangimento

– humilhação

– ridicularização

– isolamento

– perseguição

– chantagem

– controle etc.

  • Violência sexual: qualquer ação que limite o exercício dos direitos sexuais ou reprodutivos, como:

– coação a presenciar ou participar de relação sexual indesejada

– impedimento do uso de método contraceptivo

– indução ao aborto ou à prostituição etc.

  • Violência patrimonial: qualquer ação que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de objetos, bens, recursos, documentos pessoais, instrumentos de trabalho etc.
  • Violência moral: qualquer ação que configure calúnia, injúria ou difamação.

Violência contra a mulher no Brasil

O Brasil tornou-se referência mundial com a Lei Maria da Penha, de 2006, que, além de propor penas mais duras para agressores, também estabelece medidas de proteção às mulheres e medidas educativas de prevenção com vistas a melhorar a relação entre homens e mulheres. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2018 foram aplicadas cerca de 400.000 medidas protetivas.

Os casos em que a medida protetiva é insuficiente para impedir o feminicídio são percentualmente pequenos, portanto, esse é um mecanismo eficaz de proteção a mulheres. Ainda de acordo com o CNJ, correm na Justiça brasileira mais de 1 milhão de processos relacionados à Lei Maria da Penha.

Maria da Penha sobreviveu a duas tentativas de feminicídio, ficou paraplégica e lutou 19 anos por justiça sem que seu agressor fosse punido. [1]
Maria da Penha sobreviveu a duas tentativas de feminicídio, ficou paraplégica e lutou 19 anos por justiça sem que seu agressor fosse punido. [1]

De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2018, a maioria das vítimas de feminicídio foram mulheres, negras, com baixa escolaridade e idade entre 30 e 39 anos, sendo que:

  • 61% eram negras;
  • 70,7% haviam cursado somente o Ensino Fundamental;
  • 76,5% tinham entre 20 e 49 anos.

O panorama apresentado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública é alarmante:

  • 1.206 feminicídios
  • 263.067 casos de violência corporal dolosa
  • 66.041 estupros

As três modalidades de violência contra a mulher são cometidas majoritariamente por homens próximos, da convivência familiar.

Lembre-se de que falamos dos casos notificados. Essas estatísticas significam que, a cada 7 horas, uma mulher é assassinada no Brasil, a cada 2 minutos, há um registro de lesão corporal. Ocorrem 180 estupros por dia no Brasil, mais da metade deles contra meninas menores de 13 anos.

Atlas da Violência, de 2019, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), aponta que num intervalo de 10 anos, entre 2007 e 2017, o feminicídio praticado no Brasil aumentou 30,7%.

Outro levantamento feito pelo Instituto DataSenado, Pesquisa Nacional sobre Violência Doméstica e Familiar, revela uma tendência de mudança no perfil do agressor. Entre 2011 e 2019, a violência contra mulheres foi praticada em maior percentual pelo atual companheiro, porém, esse perfil demonstrou, nesse intervalo de tempo, uma inclinação à queda. Em 2011, 69% das agressões foram praticadas pelo atual companheiro, em 2019, esse percentual foi de 41%.

Já o número de agressões cometidas por ex-companheiros cresceu, em 2011, eles respondiam por 13% dos casos de violência doméstica, em 2019, eram 39%, tecnicamente empatados com o companheiro atual.

Consequências da violência contra a mulher

A violência contra a mulher é uma das principais formas de violação de Direitos Humanos hoje no mundo. É um tipo de violência que pode acometer mulheres em diferentes clivagens etárias, econômicas, étnicas, geográficas etc. A ameaça iminente e mesmo potencial de sofrer essa forma de violência restringe as liberdades civis das mulheres e limita suas possibilidades de contribuição econômica, política e social para o desenvolvimento de suas comunidades.

A violência contra a mulher bem como todas as formas de violência sobrecarregam sistemas de saúde dos países. Mulheres que sofrem violência são mais propensas a necessitar de serviços de saúde do que mulheres que não sofrem violência, e, em caso de danos permanentes à integridade física e à saúde mental, elas necessitam de tratamento continuado.

Pesquisa realizada no âmbito da área da saúde aponta que entre as principais consequências sofridas pelas mulheres que passam por situação de violência, estão|1|: “sentimentos de aniquilação, tristeza, desânimo, solidão, estresse, baixa autoestima, incapacidade, impotência, ódio e inutilidade”. Entre as doenças que são desenvolvidas, estão:

Mudanças comportamentais, como:

  • insegurança no trabalho
  • dificuldade de relacionamento familiar
  • dificuldades sexuais e obstétricas
  • desenvolvimento do hábito de fumar
  • maior propensão a acidentes

Portanto, as consequências da violência contra mulheres são multidimensionais e afetam desde o âmbito familiar até o mercado de trabalho e a saúde pública.

Por Milka de Oliveira Rezende
Professora de Sociologia

AGORA É OFICIAL: Kel Torres candidato a vereador de Salvador

 

Na convenção do partido Republicanos, realizada nesta segunda feira (14), o comerciante Clermilson Azevedo, conhecido como KEL TORRES,  consolidou sua candidatura para o cargo de vereador da capital baiana.

O jovem comerciante do ramo da construção civil, construiu sua trajetória de vida movido no trabalho e no empreendedorismo, gerando emprego e renda em uma das comunidades mais necessitadas de Salvador.  KEL TORRES  é empresário do segmento de Materiais de Construção no bairro Cajazeiras XI e é por meio do seu engajamento com a necessidade de fortalecer oportunidades para os cidadãos mais necessitados de Salvador e garantir políticas públicas eficientes para o desenvolvimento humano e social da sua comunidade, que decidiu assumir o protagonismo político. ” Sabemos que Salvador é uma grande cidade, e que não é tarefa fácil atender a todas as comunidades. Mas é ai onde temos que fazer a diferença.  Sermos os representantes que observam com olhos atentos as periferias, os bairros mais carentes e que  desenvolvem a sociedade”, disse KEL TORRES que coloca pela primeira vez seu nome para apreciação popular em uma disputa eleitoral.

A convenção do Republicanos aconteceu no Centro de Cultura da Câmara, e contou a presença do deputado federal, João Roma (Republicanos), e dos candidatos a prefeito  e vice prefeito de Salvador pelo Democratas, Bruno Reis  e Ana Paula Matos (PDT), oficializando a coligação do partido na capital baiana.

 

por Caliana Mesquita

 

Polícia Rodoviária Federal apreende quase R$ 1 milhão em Audi na Dutra em Pinda

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu quase R$ 1 milhão em espécie escondidos no fundo falso de um Audi A8 na tarde deste domingo (16) na Dutra em Pindamonhangaba. O motorista, que não soube explicar a origem do dinheiro, foi detido.

A abordagem aconteceu na tarde deste domingo na altura do Km 103 da Dutra, no sentido São Paulo. Segundo a PRF, o motorista chamou a atenção dos policiais por dirigir de forma imprudente, com ultrapassagens em alta velocidade pelo acostamento.

Foi feita abordagem ao veículo, um Audi A8, e o motorista de 47 anos apresentou informações confusas aos policiais, que decidiram fazer uma revista no veículo.

No banco de trás, eles encontraram um fundo falso, onde estavam vários pacotes com notas de dinheiro. Ao todo, foram contabilizados R$ 998.580.

Aos policiais, ele afirmou que foi contratado para realizar o transporte da quantia da rodoviária do Rio de Janeiro para um shopping em São Paulo. Pelo transporte, receberia a quantia de R$ 2.000,00.

Nas buscas no carro, os policiais também encontraram uma munição intacta de fuzil, calibre 7,62 mm.

O homem foi preso em flagrante por porte ilegal de munição de uso restrito, e o dinheiro foi apreendido, já que o condutor não apresentou provas da sua procedência lícita. O caso foi encaminhado à Polícia Federal.

Submetralhadora e espingardas apreendidas em menos de 12h

Em menos de 12h, a 70ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Ilhéus) apreendeu uma submetralhadora, espingardas e munições. Os flagrantes aconteceram no sábado (25), durante ações preventivas.

O primeiro caso começou depois de um alerta do Centro Integrado de Comunicações (Cicom) da SSP. Em cinco minutos, guarnições do Pelotão de Emprego Tático Operacional (Peto) chegaram até o bairro Jardim Savoya e encontraram dois homens, após o roubo de um veículo.

De acordo com o comandante da 70ª CIPM, capitão Fábio Luiz Magalhães Ferreira, a dupla não ofereceu resistência. “Ambos fazem parte de uma facção criminosa atuante na região. Demos a voz de prisão e, apesar de estarem bastante agitados por conta do uso de entorpecentes, não reagiram”, disse.

A dupla foi encaminhada para a sede da 7ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Ilhéus) juntamente com a arma.

Apreensões na zona rural

Cerca de doze horas depois, os PMs, em patrulhamento pelo distrito de Lagoa Encantada, zona rural de Ilhéus, avistaram um suspeito com uma espingarda calibre 36.

“Assim que ele percebeu a nossa presença, fugiu deixando para trás o armamento. Seguimos com as buscas e efetuamos a captura”, contou Magalhães, informando ainda que, após abordagem pessoal, ele revelou a posse de mais cinco armas artesanais, na sua residência.

O suspeito também foi conduzido, juntamente com todo o material apreendido, para a sede da 7ª Coorpin.

Fonte: Ascom / Rafael Rodrigues

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DA BAHIA 

PTB Mulher adere à campanha nacional Sinal Vermelho

A presidente nacional do PTB Mulher, Graciela Nienov, anunciou nesta quarta-feira (15) apoio do movimento à campanha nacional Sinal Vermelho. A iniciativa, que conta também com o respaldo das lideranças nacionais e estaduais do PTB e da Juventude do PTB, tem por objetivo ajudar mulheres em situação de violência a pedirem ajuda nas farmácias do país. A ação é organizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres, vinculada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

 

 

Pedro Lucas Fernandes está entre os 100 mais influentes do Congresso Nacional; Luísa Canziani é parlamentar em ascensão

O líder do PTB na Câmara dos Deputados, Pedro Lucas Fernandes (MA), foi apontado, nesta sexta-feira (17), pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), como um dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional neste ano de 2020. Segundo o levantamento, são 70 deputados e 30 senadores.

Os “Cabeças” do Congresso são aqueles parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais na condução de debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, pelo senso de oportunidade, pela eficiência na leitura da realidade, que é dinâmica, e, principalmente, pela facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão. É o parlamentar que, isoladamente ou em conjunto com outras forças, é capaz de criar seu papel e o contexto para desempenhá-lo.

Além de apontar os mais influentes, o Diap lista os parlamentares de acordo com suas habilidades, recebendo destaque sua característica principal. O petebista Pedro Lucas Fernandes foi classificado como “articulador/organizador”. De acordo com a pesquisa, é o parlamentar com excelente trânsito nas diversas correntes políticas, cuja facilidade de interpretar o pensamento da maioria os credencia a ordenar e criar as condições para o consenso.

Além disso, é aquele que se encarrega de difundir e sustentar as decisões ou intenções dos formadores de opinião, formando uma massa de apoio à iniciativa dos dirigentes dos grupos políticos a que pertence. Normalmente, tem livre acesso aos bastidores, ao poder institucional e alto grau de fidelidade às diretrizes partidárias ou ideológicas do grupo político que integra. Não é necessariamente erudito, intelectual, mas possui instinto político e o dom da síntese.

Na edição de 2019, Pedro Lucas foi listado no grupo “ascensão”, que são aqueles que, mesmo não fazendo parte do grupo dos 100 mais influentes, estão em plena ascensão, podendo, mantida a trajetória ascendente, estar futuramente na elite do Congresso Nacional. Estão entre os 150 mais influentes do Parlamento. Neste ano, o líder do PTB se tornou um dos “Cabeças”. Já a deputada Luísa Canziani (PTB-PR) entrou, neste ano, para o grupo dos 50 parlamentares em “ascensão”. Ambos estão no primeiro mandato.

TCM REJEITA CONTAS DE PREFEITOS MAS É A CÂMARA QUE DEFINE O FUTURO DO EXECUTIVO, E VOCÊ O DA CIDADE!

CONFIRA AQUI: EMPRESAS DE ÔNIBUS EM ILHÉUS PODEM SER INVESTIGADAS PELO Ministério Público

INSS PODE PAGAR 14º SALÁRIO PARA APOSENTADOS E PENSIONISTAS.

AOS INTELIGENTES SOCIAIS🤡🇧🇷

 

 

blog do marcelo


  • Função: Aprendiz
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: A combinar
  • Empresa: (Confidencial)
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  • Função: Representante de Vendas
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: A combinar
  • Empresa: Mônaco Distribuidora De Peças
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Candidatar

  • Função: Auxiliar de Expedição
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: A combinar
  • Empresa: Indeed (via empregara.com)
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  • Função: Auxiliar Administrativo
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: A combinar
  • Empresa: Indeed (via empregara.com)
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  • Função: Auxiliar de Vendas
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: R$1470
  • Empresa: Vd Bahia
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  • Função: Técnico de Rede de Telecomunicações
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: A combinar
  • Empresa: (Confidencial)
Candidatar

  • Função: Ajudante Geral
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: A combinar
  • Empresa: Reviver Cemitério Parque
Candidatar

  • Função: Assistente Comercial
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: R$3000
  • Empresa: Together
Candidatar

  • Função: Assistente Comercial
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: R$3000
  • Empresa: Together
Candidatar

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