WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia



 

 

julho 2019
D S T Q Q S S
« jun    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  



ÍNDIOS DE OLIVENÇA PROTESTAM EM RODOVIA POR TRANSPORTE ESCOLAR E MELHORIAS EM EDUCAÇÃO

O Povo Tupinambá de Olivença protesta agora contra a paralisação do transporte escolar por falta de pagamento à empresa que presta o serviço na região. Cinco escolas estaduais com estudantes indígenas ficaram prejudicadas.

Em protesto, estudantes fecharam a BA001 e afirmam que só abrirão quando tiverem uma posição da Secretaria de Educação do Estado da Bahia com o pagamento da empresa e normalização do transporte escolar.

POLÍCIA MILITAR PROMOVE MUTIRÃO SOCIAL NO TEOTÔNIO VILELA

Durante esta quarta feira (17) o Comando da 70ª CIPM/Ilhéus-Zonas Norte/Oeste, através do 2º Pelotão PM, baseado no bairro do Teotônio Vilela, da Cidade de Ilhéus, em parceria com a Prefeitura e por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e o CRAS (Centro de Referência e Assistência Social/Vilela), promoveu o Mutirão Social fornecendo diversos serviços a comunidade do bairro.

Foram realizadas emissões de documentos, cadastro no Bolsa Família, Cadastro Único, Vacinação, Aferição de Pressão Arterial, apoio jurídico através da Defensoria Pública, distribuição de vagas para cursos profissionalizantes EAD e conclusão do ensino médio pelo SESI, Exames rápidos para controle da Glicemia e IST’s (Infecções Sexualmente Transmissíveis), serviços da EMBASA, serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), Programa Criança Feliz, Cartão do Idoso, Benefício de Prestação Continuada (BPC), Passe Livre (Pessoa com deficiência e idoso), Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), serviços do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) com orientações e informações sobre Violência Doméstica e a sobre a Lei Maria da Penha, Palestra sobre a Saúde Mental (desenvolvida pela Sd PM Soélia, da 70ª CIPM), apresentação de atividades de cultura e arte, além de proporcionar um “Espaço Kids” para as crianças, com distribuição de doces e brinquedos, doados por comerciantes locais.

O evento “Mutirão Social” é uma forma de trazer a comunidade para perto da Polícia Militar, demonstrando que a cidadania e a parceria entre PM e sociedade, podem trazer excelentes resultados.
Se fizeram presentes ao evento, o Prefeito da Cidade de Ilhéus, Dr. Mário Alexandre,  a Coordenadora da Defensoria Pública, Drª Cristiane, o Ten Cel PM Rivas Queiroz de Souza Júnior, Comandante da 70ª CIPM, a Cap PM Elane Myles, Subcomandante da 70ª CIPM, o Cap PM Hugo Veloso, Comandante do 2º Pelotão PM da 70ª CIPM/Teotônio Vilela, a Srª Denildes Santos, Coordenadora do CRAS/Teotônio Vilela, assessores municipais, bem como o ST PM Rivelino Vilas Bôas e o Sgt PM Manoel Santos, que fazem parte do corpo administrativo do 2º Pelotão PM da 70ª CIPM/Teotônio Vilela.

fonte: Ascom 70 CIPM

Pesquisadores da Ceplac buscam parcerias internacionais para proteger cacaueiros da monilíase

Desenvolver cacaueiros mais resistentes às doenças e mais produtivos, sem deixar de lado a qualidade do fruto, é uma das missões cumpridas há mais de cinco décadas pela equipe do Centro de Pesquisa do Cacau (Cepec), um dos pilares da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Depois de se destacar na produção de variedades de clones tolerantes à vassoura-de bruxa, doença causada por um fungo que apodrece o fruto do cacau e que devastou a região cacaueira da Bahia no final da década de 80, o centro de pesquisa intensificou o trabalho de melhoramento genético preventivo para combater uma nova enfermidade: a monilíase.

Nos últimos 7 anos, devido ao crescimento da ameaça da entrada monilíase no Brasil, o Cepec tem concentrado os esforços na identificação de genes que sejam resistentes ao fungo Moniliophthora roreri, causador da doença.

A praga já ocorre em vários países da América Central e do Sul, incluindo os que fazem fronteira com a Região Norte do Brasil. O temor dos produtores brasileiros aumentou quando a doença foi identificada em 2012 na Bolívia, que faz fronteira com Acre, Mato Grosso e Rondônia, que atualmente é o terceiro maior produtor de cacau no Brasil.

A teoria mais recente é de que monilíase é originária da Colômbia e demorou cerca de 100 anos para dar o primeiro salto para outro país, o Equador. Mas esse tempo de deslocamento de um país para outro está reduzindo a cada ano.

“Quando a monilíase chegou no México, em 2005, e na Bolívia, em 2012, acendeu o sinal de alerta no Brasil muito forte. Nós estamos extremamente preocupados”, diz Uilson Lopes, pesquisador em Genética Quantitativa e Melhoramento de Cacaueiro do Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec), na Superintendência da Ceplac em Ilhéus, na Bahia.

A monilíase ataca os frutos do cacaueiro em qualquer fase do desenvolvimento. A doença produz um pó branco com bilhões de esporos no entorno do fruto. Estes esporos podem ser levados de uma planta para outra por meio do vento, da chuva, insetos, animais silvestres e também pelo homem.

A preocupação aumentou depois que análises preliminares dos geneticistas constataram que os clones de cacaueiro mais plantados na Bahia são tolerantes à vassoura-de-bruxa, mas não estão entre os que têm genomas mais resistentes à monilíase.

“A monilíase causou problemas sérios nos países onde ela chegou. Eu visitei a região da Costa Rica que foi afetada por essa doença e lá a lavoura foi totalmente dizimada. A doença é tão grave, produz tantos esporos, que eles cortaram o cacau e hoje não tem nada”, completa o pesquisador.

Em outros países, como o Equador, a monilíase provocou perdas de até 90% dos frutos. No Peru, a doença afetou de 40% a 50% da produção; na Colômbia, o impacto foi um pouco menor, de 30% a 40%.

Intercâmbio científico

Como a doença não existe no Brasil, os pesquisadores brasileiros têm estreitado o contato com estudiosos de países vizinhos para garantir o andamento da pesquisa e fazer os experimentos locais.

A equipe da Ceplac trouxe clones tolerantes à monilíase que já apresentaram bons resultados em outros países e começou a introduzir as fontes de resistência à praga para formar populações-base de flores de cacau. Cerca de 200 clones resistentes à monilíase estão sendo testados em sete fazendas brasileiras (seis na Bahia e uma no Espírito Santo).

Também há mudas plantadas na área de campo da Ceplac, em Ilhéus. Os pesquisadores ainda pretendem identificar se os melhores clones brasileiros, já resistentes à vassoura-de-bruxa, também são tolerantes à monilíase.

“Nós fizemos um trabalho forte com outros países aqui para evitar que a doença chegue aqui. Nós temos dois estudantes do México fazendo doutorado aqui conosco justamente para gente aprender sobre a doença. Eles estão fazendo treinamento aqui e ao mesmo tempo estamos nos preparando”, diz Lopes.

A Ceplac enviou este ano outro estudante do Equador para o Peru para estudar como é a infecção e transmissão do fungo. E para selecionar os melhores clones também tem feito parceria com instituições da Costa Rica, da Austrália e da Europa, como o Cirad, organismo francês de pesquisa agronômica e cooperação internacional para o desenvolvimento sustentável das regiões tropicais e mediterrâneas.

“Nós tivemos que mandar material para a Austrália para sequenciar o genoma e saber quais dessas plantas têm o gene de resistência à monilíase, porque nós não temos a doença e não podemos introduzir a doença aqui”, explica o pesquisador.

Como o cacaueiro é uma planta perene, os experimentos com os novos clones devem apresentar resultados mais consolidados sobre o nível de produtividade nos próximos três ou quatro anos. O pesquisador ressalta que a Ceplac fará a recomendação aos agricultores para produção em larga escala somente depois de confirmada a viabilidade e segurança das novas variedades clonais para a região.

 

Histórico

O programa de melhoramento genético de cacau começou na Ceplac em 1964, com a introdução de plantas de cacaueiros de áreas silvestres da Amazônia ou que se destacavam em outros países, como Costa Rica, Equador e Trinidad e Tobago, pela boa performance em produção de frutos, pela alta resistência a doenças ou por apresentar outras características, como qualidade das amêndoas.

   “O foco desse programa ao longo dos anos é basicamente gerar plantas ou variedades, que, às vezes, chamamos de clones, ou de híbridos, de alta produção e resistentes a doenças”, explica Lopes.

O geneticista relata que as primeiras variedades híbridas foram liberadas pela Ceplac para o agricultor em 1966. A partir do final da década de 80, quando as lavouras de cacau da Bahia começaram a ser devastadas pela vassoura-de-bruxa, o centro de pesquisa passou a desenvolver variedades de clones para combater a nova enfermidade.

“A Ceplac conseguiu subir a produção de cacau na Bahia de 100 mil toneladas por ano para cerca de 400 mil toneladas por ano. Essa região produzia 90% do cacau do Brasil, mas a vassoura chegou aqui e nós caímos para o mesmo nível de 35 anos atrás”, relata.

De 1995 a 2018, a Ceplac recomendou para plantio cerca de 50 clones, que passaram por ensaios nos laboratórios e nas fazendas de produtores de cacau da região. Os clones mais novos são o “Cepec 2176” e o “Cepec 2204”, que apresentaram resultados satisfatórios com relação à produtividade de frutos e resistência à vassoura-de-bruxa. Além do controle genético, a Ceplac também desenvolveu o fungicida biológico chamado Tricovab.

O biodefensivo é produzido a partir de um fungo que apresentou 97% de eficácia no controle da vassoura-de-bruxa. Para controlar a monilíase, a Ceplac já está analisando, em parceria com outros países, métodos de controle biológico para o combate ao novo fungo.

fonte: Ministério da Agricultura  

 

Saiba quem são os cinco deputados baianos que mais gastaram a cota parlamentar

Campeões de gastos
O deputado federal Ronaldo Carletto (PP) lidera, até agora, o ranking dos cinco integrantes da bancada da Bahia na Câmara que mais gastaram recursos públicos por meio da cota parlamentar – usada para despesas com passagens aéreas, combustível, alimentação, hospedagem, divulgação do mandato e manutenção de escritório político fora de Brasília. Ao todo, os custos de Carletto somaram  R$ 197,3 mil no primeiro semestre deste ano, segundo levantamento feito pela Satélite no portal de transparência da Câmara. O segundo e terceiros lugares são ocupados por Uldurico Júnior (Pros) e Raimundo Costa, o Raimundo da Pesca (PL), respectivamente, com gastos de R$ 189,9 mil e R$ 185,5 mil. Em seguida, vêm Daniel Almeida (PCdoB), com R$ 180,8 mil, e José Nunes (PSD), cujas despesas totalizam R$ 178,4 mil.

Por pouco
Com R$ 177,4 mil de despesas contabilizadas na atual legislatura, Arthur Maia (DEM) ficou bem perto de entrar no top 5 dos gastadores.

Contenção de despesas
Na outra ponta, a que inclui os políticos mais econômicos da bancada baiana em 2019, o primeiro lugar é ocupado pelo deputado federal Joseildo Ramos (PT), que utilizou R$ 68,7 mil da cota parlamentar, aproximadamente três vezes a menos que o campeão de gastos no ano. Abaixo dele, está Charles Fernandes (PSD), com R$ 78,4 mil, seguido por João Roma (PRB) e Zé Neto (PT), respectivamente, terceiro e quarto colocados, com R$ 83,9 mil e R$ 86,5 mil. Completa o ranking Dayane Pimentel (PSL), que usou R$ 89,4 mil de fevereiro até ontem, ainda de acordo com o site da Câmara.

Chuva de milhões
Três outros deputados da Bahia apresentaram despesas abaixo dos R$ 90 mil: Lídice da Mata (PSB), Pastor Sargento Isidório (Avante) e Leur Lomanto Júnior (DEM).  Ao todo, os 39 membros da bancada consumiram R$ 5,32 milhões da cota parlamentar. O valor não contempla os repasses referentes ao auxílio-moradia pago para quem não utiliza apartamento funcional disponibilizado pelo Congresso, salários dos próprios deputados e dos assessores que atuam seus gabinetes, bem como encargos sociais que incidem sobre a remuneração mensal.

RádioZap CEPLAC DO DOCE AO AMARGO. A ciência pede ajuda!🤡🇧🇷🍫

PRAZO PARA RETORNO DE PEQUENAS EMPRESAS AO SIMPLES TERMINA NA SEGUNDA-FEIRA

O prazo para que as micro e pequenas empresas (MPE) excluídas do Simples Nacional solicitem retorno ao sistema termina na  segunda-feira (15). A orientação consta da Resolução nº 146, do Comitê Gestor do Simples Nacional, da Receita Federal.

O Simples Nacional é regime tributário diferenciado, que reúne, em um único documento de arrecadação, os principais tributos federais, estaduais, municipais e previdenciários devidos às MPEs. Conforme detalha a resolução, a possibilidade de retorno se aplica a negócios de pequeno porte que tenham sido retirados do sistema em 1º de janeiro de 2018.

A outra condição é de que tenham aderido ao Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN). É necessário ainda que a MPE não apresente nenhuma das restrições previstas na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.

De acordo com a lei, não podem aderir ao Simples Nacional, por exemplo, empreendimentos que trabalhem com importação ou fabricação de automóveis e motocicletas. Atacadistas de cigarros, armas de fogo, pólvoras e explosivos também entram na categoria daqueles que não estão habilitados à inscrição.

Foi publicada em 03 de julho de 2019 a Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) nº 146, de 26 de junho de 2019, que regulamentou a possibilidade de as empresas excluídas do Simples Nacional em 1º de janeiro de 2018 poderem realizar nova opção por esse regime. A nova opção foi autorizada de forma extraordinária pela Lei Complementar nº 168, publicada em 12 de junho de 2019. Da Agência Brasil.

Livro contra donos da JBS foi discutido por editor e consultor de empresa rival

Há cerca de três meses um livro de 87 páginas foi lançado com um plano de marketing barulhento. “Traidores da Pátria – As Maracutaias dos Irmãos Batista na JBS” foi anunciado em espaço publicitário de vários veículos de comunicação e distribuído gratuitamente a congressistas e membros de cortes superiores do Judiciário.

Foram impressas versões em português e inglês e foi anunciada uma edição em mandarim. Um caminhão com as estátuas de dois bois, em tamanho real, pintados de verde e amarelo e com o título do livro estampado em seus corpos, circulou pelas ruas de Brasília.

“Traidores da Pátria” tem como personagens centrais os irmãos Joesley e Wesley Batista, donos do grupo J&F, controlador do frigorífico JBS. Como o próprio nome indica, a obra resume os dois empresários por suas histórias de corrupção e negócios enrolados.

O autor, o jornalista Claudio Julio Tognolli, diz que sua motivação para escrever sobre essa faceta dos irmãos Batista foi jornalística. Mas trocas de emails obtidas pela reportagem indicam que um consultor de uma empresa que trava uma batalha jurídica bilionária contra os donos da JBS participou da edição do livro.

Há menção até de pagamento dessa empresa à editora que publica a obra.

As correspondências obtidas pela reportagem mostram conversas entre o empresário Paulo Tadeu, dono da Matrix Editora, que edita “Traidores da Pátria”, e Josmar Verillo, que trabalha como consultor para a multinacional Paper Excellence, empresa que pertence ao empresário Jackson Widjaja, da Indonésia.

A Paper é sócia da J&F na empresa Eldorado Brasil e briga na Justiça pelo controle da companhia.

Toda a conversa entre Tadeu e Verillo é acompanhada pelo autor, Claudio Tognolli, cujo email está copiado nas mensagens.

As trocas de mensagens aconteceram entre os dias 18 e 22 de fevereiro deste ano. Eles falaram sobre alterações no texto do livro a ser lançado. Verillo aponta a necessidade de um “gran finale” que mostre por que os irmãos Batista seriam “traidores da pátria”.

O editor Paulo Tadeu comunica o representante da Paper sobre a emissão de uma nota fiscal a ser paga para a publicação do livro.

No primeiro email, do dia 18 de fevereiro, o editor Paulo Tadeu pediu que Josmar Verillo e Claudio Tognolli fizessem as alterações que julgassem necessárias no “Traidores da Pátria”.

“Oi, Josmar, Tudo bem? Aí está o texto final do livro. Por favor, avaliem se está tudo correto. Qualquer alteração deverá ser feita neste mesmo arquivo (ele já está no modo de alteração controlada, que me permitirá ver qualquer modificação. Isso vai agilizar o meu trabalho aqui, sem que eu e Claudio tenhamos que ler tudo novamente). Deixei um pequeno texto em amarelo no meio, para que seja verificada a informação. Para nós, está certa, mas, se vocês souberem de algo diferente, avisem. Fora isso, os detalhes que envolvem vocês diretamente: ninguém melhor para ver isso que vocês. Será que vocês conseguem olhar tudo e me dar uma resposta em até 3 dias?”, diz.

No dia seguinte, Josmar Verillo, o consultor da Paper Excellence, enviou a resposta apenas para o editor.

“Tadeu, eu fiz algumas correções. Tem algumas coisas que precisam ser atualizadas. Alpargatas já foi vendida etc. Mas está faltando o gran finale. Eu escrevi algumas coisas no final. Precisa uma grande finalização que justifique o título. Porque tem toda a descrição de coisas que ocorreram, mas precisa um gran finale que diga por que são traidores da pátria”, diz Josmar Verillo.

“Tem que dizer que pelo acordo de leniência a JBS vai ter que pagar R$ 10 bilhões em 25 anos. E que o acordo de leniência, rescindido pelo MPF (Ministério Público Federal), agora está em julgamento pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Se a decisão for mantida pelo STF, é provável que eles voltem para a prisão.”

“Vamos verificar”, respondeu Tadeu para Verillo, com cópia novamente para o email de Tognolli.

Em 20 de fevereiro, Tadeu mandou outro email para Verillo e Tognolli falando sobre alterações feitas pelo autor oficial do livro e consultando os dois sobre a nova fase do processo para a publicação.

“Seguem as alterações do Claudio. Espero que esteja tudo certo agora para iniciarmos a revisão e a diagramação. Da minha parte, parece que sim”, diz Tadeu.

O consultor da Paper Excellence deu o sinal verde para que o editor avançasse.

“Olhei só o final. Acho que está bom. Corrigi apenas a questão do acordo de leniência e a delação premiada. Estava sendo tratada como uma coisa só. São duas coisas. A leniência é da empresa, que está válida e vão pagar R$ 10 bilhões em 25 anos. A outra é a delação premiada, que está nas mãos do Fachin para ser julgada, pois foi rescindida pelo MPF”, diz Verillo em mensagem ao editor e ao autor do livro.

No dia 22 de fevereiro, Paulo Tadeu mandou mensagem com anexos da capa e o miolo do livro para o consultor da Paper Excellence e também para Claudio Tognolli.

“Encaminho anexos o miolo do livro diagramado e arquivo da capa aberta (frente, lombada, orelhas e 4ª capa). No miolo, falta ainda aplicar a ficha catalográfica, na página 4. E fazer uma revisão geral, antes do envio para a gráfica. Pretendo enviar até o fim da semana que vem, para que tenhamos o livro impresso por volta do dia 20 de março”, diz, sobre aspectos técnicos da impressão.

O editor continuou a conversa mencionando a emissão de um documento fiscal que, quando fosse pago pela Paper Excellence, liberaria a parte seguinte do processo, a impressão do livro.

“Pretendo enviar até o fim da semana que vem, para que tenhamos o livro impresso por volta do dia 20 de março. Com isso, estamos na etapa 2 do nosso contrato. Vou providenciar o envio da nota fiscal dessa segunda etapa, ok? Qualquer eventual ajuste, por favor, me avise até segunda-feira pela manhã, impreterivelmente”, diz Tadeu para Josmar Verillo com cópia para Tognolli.

A reportagem ouviu Paulo Tadeu e Josmar Vercillo sobre a emissão da nota fiscal. Os dois negaram que o livro fosse uma encomenda da empresa asiática e disseram que a nota fiscal se referia a um contrato de compra antecipada de 2.000 exemplares do livro, metade em português e a outra metade em inglês.

“O pessoal que vem nos visitar nós damos o livro. Nós temos interesse que qualquer um saiba do outro lado, quem eles são”, diz Verillo.

Ambos disseram que Tadeu procurou Verillo para que ele ajudasse o editor a compreender a compra da Eldorado pela Paper Excellence.

Sobre a frase em que Verillo disse que preparava um “gran finale” para o livro, o consultor da Paper disse que se tratava apenas de sugestão. Tadeu diz que Verillo se empolgou ao ler o livro e passou do limite na sugestão.

“Eu acho que ele se empolgou com o que estava vendo, acho que ele ficou empolgado com o material, é um livro que fala da JBS, e aí numa dessas ele falou. Foi sugestão. Ele estava colocando duas coisas que ele achava”, diz Tadeu.

Apesar de estar copiado sempre nas conversas entre o dono da editora Matrix e o consultor da Paper Excellence, o jornalista Cláudio Julio Tognolli negou que tivesse conhecimento sobre a participação de Verillo na edição ou sobre qualquer pagamento feito pela Paper Excellence.

“Pelo que sei, meu texto foi editado pelo Paulo Tadeu (melhor vc falar com ele). Não sei nada sobre nota fiscal, apenas escrevo (falar com Paulo Tadeu). Aliás paguei do meu próprio bolso a feitura dos sites (www.amafiadosirmaos.com e (www.abrothersmob.com)”, disse por meio do mesmo endereço de email que aparece nas conversas a que a reportagem teve acesso.

A relação da Paper Excellence com o grupo dos irmãos Batista começou em 2017, quando os asiáticos fecharam negócio para comprar a Eldorado Brasil por R$ 15 bilhões.

A empresa da família Widjaja adquiriu de início 49% da companhia e tinha um ano para pagar o restante aos Batista. Se não o fizesse, a J&F continuaria com os 51% da Eldorado, como controladora.

O prazo venceu em setembro do ano passado sem o pagamento pelos asiáticos. A família Batista, então, permaneceu com o controle da Eldorado, com 51%. A Paper Excellence alega que não concluiu o pagamento do restante porque, para isso, era necessário que os Batista liberassem as garantias da dívida da Eldorado, o que não foi feito.

Em setembro de 2018, a Paper abriu um processo de arbitragem contra a J&F, que deve durar até o segundo semestre de 2020. Hoje, as duas empresas travam uma guerra de narrativas sobre o negócio para convencer os juízes do caso.

A versão dos donos da J&F é de que “Traidores da Pátria” faz parte da estratégia dos asiáticos para atingir a reputação dos empresários brasileiros com vistas no processo arbitral.

Após o lançamento do livro, em março, o site Consultor Jurídico, conhecido como Conjur, que faz cobertura de assuntos do Judiciário, publicou artigo em que classifica a estratégia de divulgação de “Traidores da Pátria” como uma campanha patrocinada pela Paper Excellence para atingir a reputação dos Batista com vistas na disputa pelo controle da Eldorado Celulose.

“Verillo mobilizou a Matrix, contratou assessores de imprensa e encomendou ao jornalista e escritor Claudio Tognolli os livros e os textos jornalísticos para os sites”, diz a reportagem.

O Consultor Jurídico pertence ao jornalista Marcio Chaer, que também é dono da assessoria de imprensa Original 123, especializada no atendimento de advogados. Vários dos advogados que defendem a J&F, inclusive em casos contra a Paper Excellence, são clientes da Original 123.

Em 24 de junho, os advogados da J&F tiveram deferida uma interpelação judicial, assinada pelo juiz Mario Chuvite Junior, do Tribunal de Justiça de São Paulo, determinando a suspensão de informações que possam influenciar o processo de arbitragem. Os alvos da interpelação são a Editora Matrix e o escritor Claudio Julio Tognolli. O despacho diz que a publicação de “Traidores da Pátria” traz informações falsas e tem relação direta com a venda da Eldorado para a Paper Excellence.

“Traidores da Pátria” é uma edição resumida e atualizada de “Nome aos Bois”, de 382 páginas, lançado em 2017, também escrito por Tognolli e que igualmente se concentra nos problemas dos empresários da JBS. Em 2017 ainda não havia o litígio dos Batista com a Paper. A disputa é a novidade do livro lançado em março.

OUTRO LADO

A Paper Excellence nega, em nota, ter patrocinado o lançamento de “Traidores da Pátria”.

“A Paper Excellence esclarece que informações obtidas através de terceiros referentes à sua participação no livro foram deturpadas e não correspondem à realidade”, diz a nota.

A empresa diz que teve um porta-voz entrevistado pela editora e pelo autor do livro e adquiriu vários exemplares na intenção de demonstrar a diversos interlocutores, com a máxima transparência, quem são seus adversários na disputa pela Eldorado. A Paper também comenta a citação em interpelação judicial.

“A Paper Excellence repudia a menção do nome da empresa em uma interpelação judicial da qual não é parte, pois foi dirigida à Editora Matrix e ao jornalista Claudio Tognolli, autor do livro “Traidores da Pátria”. Essa desinformação é parte da abominável estratégia da J&F”, diz a nota.

O autor do livro, Claudio Julio Tognolli, diz não ter conhecimento sobre pagamentos de notas fiscais e nem sobre a participação de um consultor da Paper Excellence na edição de seu livro. “Para mim, era o editor que estava mexendo”, disse Tognolli.

“Eu fui contratado para resumir um livro de 570 páginas para 87 páginas.”

O dono da Editora Matrix, Paulo Tadeu, negou que tenha publicado “Traidores da Pátria” por encomenda da Paper Excellence.

“A Paper foi uma das diversas fontes consultadas para a finalização do livro. Um trecho da obra foi encaminhado a essa empresa para análise de detalhes que eu queria, para atualização do texto, e posterior verificação final do autor e minha como editor”, diz Tadeu.

“Quem editou e finalizou o livro fui eu”, diz Paulo Tadeu. “Acho estranho apenas a Paper aparecer nesses emails hackeados que você tem. Se forem apenas emails da Paper que você tem em mãos, me parece haver claramente um interesse escuso por trás desse hackeamento criminoso, pois ele é seletivo em relação à Paper Excellence”, diz o editor.

Sobre a nota fiscal emitida, Tadeu diz que “a Paper adquiriu diversos lotes de livros da Matrix Editora, tanto do ‘Nome aos Bois’ como do ‘Traidores da Pátria'”.

O dono da Matrix também diz que as mensagens podem ter sido adulteradas. “Vendo a minha troca de emails com a Paper, me deparei com algumas inconsistências. Parece que minha correspondência foi alvo de alguma alteração em relação aos emails hackeados que vocês têm em mãos. Isso pode levar a Folha a ser instrumento de manobra da J&F, caso seja ela, J&F, a responsável por esse hackeamento. Não tenho ideia de quem preparou esses documentos e enviou ao jornal”, diz Tadeu.

A reportagem em nenhum momento disse aos citados na reportagem que o material obtido teve origem no trabalho de hackers. Paulo Tadeu não apontou quais seriam as inconsistências nas trocas de mensagens apresentadas a ele pela reportagem.

Ciro diz que movimento de Tabata é ‘partido clandestino’ e que ela faz dupla militância

O ex-governador do Ceará Ciro Gomes disse neste sábado (13) que a deputada Tabata Amaral (PDT-SP), que votou contra a orientação da sigla na reforma da Previdência, fez “dupla militância”, e afirmou considerar grave a atuação do movimento do qual ela participa –e que ele chamou de “partido clandestino”.

“Todo mundo pode participar de qualquer movimento, mas, se você tem um partido clandestino para burlar a legislação que proíbe financiamento empresarial, isso é uma coisa muito mais grave”, afirmou Ciro em evento em São Paulo.

“Você pega um partido clandestino, que tem suas regras próprias, seu programa próprio, você se infiltra nos outros partidos e usa os outros partidos, fundo partidário, tempo de TV, coeficiente eleitoral para se eleger e fazer o serviço do outro partido? Aí é um problema de dupla militância, não tem nada a ver com a compreensão de reforma da Previdência que nós temos”, completou.

Tabata faz parte do Acredito, fundado em 2017 com a bandeira da renovação política, assim como Felipe Rigoni (PSB-ES), que também contrariou seu partido e votou a favor da reforma da Previdência.

Esse é tema prioritário do movimento, do qual Tabata é co-fundadora. Entre as principais bandeiras do Acredito estão ainda combater a desigualdade e a rejeição à polarização.

No próprio PDT houve outros sete que votaram contra a orientação da legenda. O partido abriu processo na comissão de ética para avaliação de punição aos dissidentes.

Candidato derrotado do PDT à Presidência da República em 2018, Ciro ressaltou ter estimulado a entrada de Tabata na política e afirmou ser quem mais está sofrendo com a situação.

“Eu não sirvo a dois senhores. Se tem alguém que está sofrendo com essa questão da Tabata, sou eu. Sabe quem recrutou a Tabata? Quem estimulou a Tabata a entrar na política? Quem assinou a filiação dela? Fui eu”, disse Ciro, para quem ela é “uma mulher extraordinária que tem o futuro pela frente”.

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo na quinta-feira (11) que está avaliando o caso para tomar uma “atitude cirúrgica” contra os dissidentes.

Ele vem defendendo que os deputados que votaram a favor da reforma deixem o partido. Na sexta (12), em evento em Belo Horizonte, Ciro disse que Tabata “deveria ter a dignidade de sair” da legenda.

Após a votação da Previdência, Alexandre Frota (PSL-SP), em sua conta no Twitter, afirmou que o PSL estaria “de braços abertos” para a deputada do PDT.

Em uma postagem no Instagram, o Movimento Brasil Livre também se posicionou: “o Brasil só tem a ganhar com uma esquerda e uma direita que enxergam além do prisma ideológico.”

Para o governador de São Paulo, João Doria, Tabata tem “rosto, alma e coração do novo PSDB”.

Samuel Emílio, 23, coordenador nacional do Acredito, disse nesta semana à reportagem que não se pode afirmar que Tabata e Rigoni erraram na escolha do partido.

“Tanto eles [Tabata e Rigoni] sabiam os partidos em que estavam entrando quanto os partidos sabiam quem estavam recebendo”, afirma, em relação à participação deles no movimento.

RádioZap CBN comemora os 29 anos do ECA e destaca a participação do Estado e da Família na sociedade… confira🤡🇧🇷!

Ministros com mandato de deputado são exonerados para votar a Previdência

Os ministros Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, e Marcelo Álvaro Antônio, do Turismo, foram exonerados nesta terça-feira (9). Eles voltarão à Câmara dos Deputados para votar a proposta de reforma da Previdência. As exonerações foram publicadas no Diário Oficial da União.

O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, antecipou na segunda-feira (8) que os ministros de Estado que têm mandato na Câmara dos Deputados seriam exonerados temporariamente para que eles possam participar da votação em plenário.

Além de Lorenzoni e Marcelo Álvaro, o governo conta com mais dois ministros com mandato na Câmara: Tereza Cristina (Agricultura), que está em viagem ao Paraguai e será exonerada ao retornar ao Brasil, ainda nesta terça-feira, segundo a pasta; e Osmar Terra (Cidadania), que não voltará à Câmara porque o seu suplente, o deputado Darcísio Perondi (MDB-RS), é favorável à reforma.

Onyx e Tereza Cristina são filiados ao DEM; Antônio é filiado ao PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro; e Terra é do MDB.

“Os ministros que têm mandato já estão liberados para participar da votação. O presidente entende que a presença deles em plenário há de reforçar a presença do governo em plenário”, disse o porta-voz durante o briefing diário à imprensa no Palácio do Planalto.

As assessorias de Onyx Lorenzoni, Tereza Cristina e Marcelo Álvaro Antônio confirmaram que os ministros deixariam temporariamente o cargo para participar da votação.

O suplente de Onyx é o deputado Marcelo Brum (PSL-RS); a suplente de Tereza Cristina é a deputada Bia Cavassa (PSDB-MS) e o suplente de Álvaro Antônio é Enéias Reis (PSL-MG).

Durante a votação na comissão especial da reforma da Previdência, PSL, MDB e PSDB votaram favoravelmente à proposta.

Exoneração de Onyx Lorenzoni — Foto: Reprodução / Diário Oficial da UniãoExoneração de Onyx Lorenzoni — Foto: Reprodução / Diário Oficial da União

Exoneração de Onyx Lorenzoni — Foto: Reprodução / Diário Oficial da União

Exoneração de Marcelo Henrique Teixeira, conhecido por Marcelo Álvaro antônio — Foto: Reprodução / Diário Oficial da UniãoExoneração de Marcelo Henrique Teixeira, conhecido por Marcelo Álvaro antônio — Foto: Reprodução / Diário Oficial da União

Exoneração de Marcelo Henrique Teixeira, conhecido por Marcelo Álvaro antônio — Foto: Reprodução / Diário Oficial da União

Porta-voz diz que governo confia em aprovação

Na conversa com a imprensa, o porta-voz da Presidência ressaltou a confiança do governo na aprovação da proposta de reforma da Previdência.

“O presidente [da Câmara] Rodrigo Maia está confiante que os dois turnos de votação no plenário sejam concluídos ainda nessa semana”, disse o porta-voz.

Sobre eventuais mudanças que o governo desejaria no relatório que será votado, o porta-voz repetiu o que tem dito nos últimos dias. Segundo ele, apesar de o presidente ter suas “percepções pessoais” sobre pontos que poderiam ser aperfeiçoados, Bolsonaro entende que a responsabilidade é do Congresso Nacional.

Questionado especificamente sobre mudanças para flexibilizar a aposentadoria de integrantes de carreiras policiais, que Bolsonaro defendeu publicamente, Rêgo Barros afirmou que, apesar de o presidente entender as “peculiaridades” dessas carreiras, ele defende que cada deputado vote de acordo com a sua consciência.

“O presidente gostaria de ratificar a importância que ele atribui ao trabalho dos órgãos de segurança pública, em especial aos órgãos de segurança federais, ele entende as suas peculiaridades, até porque as vivencia também em família e pelo conhecimento de quase 28 anos de mandato, mas ele também entende que o Congresso tem neste momento o condão para decidir o que é melhor sob o ponto de vista da casa que legisla para que a nova Previdência seja o mais rápido possível aprovada”, afirmou.

“O presidente tem as suas percepções pessoais, mas entende que, neste momento, [mudar o relatório] é de responsabilidade da Câmara”, concluiu o porta-voz.

Fonte: G1

AOS INTELIGENTES SOCIAIS🤡🇧🇷

 

 

 

 

 

blog do marcelo


  • Função: Analista de Pessoal
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: R$2000
  • Empresa: Rp3 Combustiveis
Candidatar

  • Função: Recepcionista
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: A combinar
  • Empresa: Confidencial
Candidatar

  • Função: Motorista de Caminhão
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: R$1400
  • Empresa: Limiar Indústria E Comércio De Alimentos Ltda
Candidatar

  • Função: Promotor
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: A combinar
  • Empresa: Confidencial
Candidatar

  • Função: Advogado Criminalista
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: R$4000
  • Empresa: Contract Advocacia
Candidatar

  • Função: Entregador
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: R$1200
  • Empresa: Oliveira Maselli Distribuidora Agua Mineral
Candidatar

  • Função: Vendedor
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: R$1438.46
  • Empresa: Limiar Indústria E Comércio De Alimentos Ltda
Candidatar

  • Função: Promotor de Vendas
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: R$1100
  • Empresa: Pegasus Trade Marketing
Candidatar

  • Função: Estagiário
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: R$1350
  • Empresa: (Confidencial)
Candidatar

  • Função: Doméstica
  • Cidade: Ilhéus
  • Salário: R$998
  • Empresa: Giselle Boaventura Barros Souto
Candidatar

Powered by SINE


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia